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Pesquisa revela que apenas 0,5% dos dados mundiais são analisados

Levantamento é da IDC, patrocinado pela EMC, e chamado de “Big Data, Maiores Sombras Digitais e Maior Crescimento no Extremo Oriente".

Um levantamento da IDC, patrocinado pela EMC, chamado de “Big DataBig data16 conteúdosResolvendo desafios de Big Data com Ciência de Dados na UberData · abr 2019Segurança “Data-Driven”: como big data e IA estão redefinindo a detecção de ameaças em tempo realDevSecOps · jan 2026USP lança MBA em Inteligência Artificial e Big DataAI · mar 2024Ver tudo em Data , Maiores Sombras Digitais e Maior Crescimento no Extremo Oriente”, prevê que o universo digital chegará a 40 zetabytes até 2020, sendo que 2,8 ZB de dados serão criados e replicados somente em 2012. O material também constatou que o investimento em TI de hardware, software, serviços e telecomunicações vai crescer 40% nos próximos oito anos.

Para exemplificar o quanto significam 40 zetabytes, o levantamento mostrou que há 700.500.000.000.000.000.000 grãos de areia em todas as praias da Terra – ou sete quintilhões de cinco quatrilhões. Ou seja, 40 ZB são iguais a 57 vezes a quantidade de todos os grãos de areia em todas as praias da Terra.

O estudo ainda mostrou que 23% do Universo Digital – 643 exabytes – seriam úteis para o Big Data, se marcados e analisados, mas, hoje, apenas 3% estão marcados como potencialmente úteis, sendo que somente 0,5% são analisados formalmente. Nessa geração de informações, os países emergentes, entre eles, o Brasil, terão papel crucial.

Entre os itens preocupantes está a segurança: de acordo com a pesquisa, menos de um terço do universo digital teve proteção de dados em 2010, e esse percentual deve ultrapassar 40% em 2020. Em 2012, menos de 20% do universo digital está protegido, em especial, nos mercados considerados emergentes, apontou o levantamento.

Com o papel crucial da computação na nuvem no Big Data, o número de servidores deverá crescer 10 vezes mais até 2020. E, segundo o levantamento, 46,7% dos dados armazenados na nuvem serão relacionados a entretenimento, e não a dados corporativos.

Com informações de Convergência Digital

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