Para Gartner, aplicativos móveis serão baixados mais de 268 bilhões de vezes até 2017
Eles serão um meio para a computação consciente.
De acordo com o Gartner, em 2017, os aplicativos móveis serão baixados mais de 268 bilhões de vezes, gerando uma receita de mais de US$ 77 milhões dólares e fazendo dos aplicativos uma das ferramentas de computação mais populares para usuários em todo o mundo. Como resultado, o Gartner prevê que os usuários móveis proporcionarão fluxos de dados personalizados para mais de 100 aplicativos e serviços diariamente.
“Aplicativos móveis se tornaram o canal oficial para levar conteúdo e serviços aos consumidores. Há um app para praticamente qualquer coisa que um consumidor conectado quer fazer”, disse Brian Blau, diretor de pesquisa do Gartner. “À medida que os usuários continuam a adotar e a interagir com os apps, são os seus dados – o que eles falam, fazem e para onde vão – que estão transformando o paradigma da interação com os apps”, completou.
Atualmente, os aplicativos costumam fornecer uma oportunidade para as marcas se engajarem com consumidores de uma forma direta e, portanto, dados provenientes do usuário são normalmente tratados como recursos. Isso é fato principalmente para os apps gratuitos, que em 2013 foram responsáveis por 92% dos downloads do setor.
Segundo o Gartner, marcas e empresas já estão usando os apps móveis como um componente principal de suas estratégias de engajamento e, conforme o uso de dispositivos móveis cresce para outras áreas, como gadgets vestíveis, os aplicativos se tornarão ainda mais significativos.
Blau afirmou que, nos próximos três ou quatro anos, os apps não estarão mais limitados a smartphones e tablets, mas impactarão uma gama mais ampla de dispositivos, de eletrodomésticos a carros e gadgets vestíveis – para o Gartner, estes últimos serão responsáveis por 50% das interações dos apps até 2017.
Os aplicativos móveis também são um veículo para a computação consciente, na qual os dados gerados pelo uso dos apps e a análise em torno deles estão se tornando mais importantes em volume e valor. Na verdade, isso pode ser tão sofisticado que, por meio de provedores de solução, as marcas podem conhecer bastante seus consumidores, como seus dados demográficos, localização, preferências, hábitos e até seus círculos sociais, em alguns casos. Como resultado, o Gartner prevê que, até 2015, a computação consciente será um importante habilitador em soluções para a casa inteligente.
Grandes provedores de serviço, como Google, Amazon, Facebook e Apple, devem sair na frente nesse mercado, devido ao relacionamento que já têm com os consumidores, que lhes fornecem um amplo repositório de dados que eles podem analisar e prever – um ativo chave na computação consciente. Além disso, os consumidores confiram nessas marcar para gerenciar seus dados pessoais, o que também é um ponto chave na computação consciente.
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Ele caminha para se tornar uma camada conversacional onde o Gemini intermedia praticamente toda interação entre usuário, apps e serviços.







Redação iMasters





