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Mecanismo de busca pode prever o que o usuário quer

Na semana passada, o Google ganhou destaque nos jornais de todo o mundo ao afirmar que os mecanismos de busca devem se mover para mais próximo dos anseios dos humanos.

Diante disso, a Futureful, uma empresa emergente da Finlândia, parece ter saído na frente querer ir mais longe. A missão diz que sua missão é “dar a você o que você quer antes que você saiba que quer”.

Para alcançar seu objetivo, os algoritmos da Futureful capturam continuamente informações das redes sociais para descobrir tendências. Eles digerem os assuntos mais comentados, o comportamento das pessoas e o conteúdo dos postagens e, assim como o Google sugere comerciais nos quais o usuário possa estar interessado, o Futureful oferece assuntos nos quais ele possa estar interessado em explorar e se aprofundar.

No protótipo de demonstração, que rodou em um tablet, essas sugestões se transformam em uma espécie de revista, que pode ser folheada passando os dedos pela tela sensível ao toque, como se faz para ler um livro ou revista eletrônica.

De acordo a Futureful, ela está dando aos usuários a capacidade de fazer “descobertas importantes por acaso”, ao propor sites além de qualquer interesse pré-definido pelo usuário. Isso é mais ou menos o contrário das ferramentas de personalização das informações oferecidas por muitos sites. Os pesquisadores finlandeses querem oferecer ao usuário algo que pode despertar seu interesse sem que ele tenha se dado conta disto e, portanto, jamais teria marcado aquele como um assunto de seu interesse.

Para levar o projeto adiante, a Futureful está recebendo recursos do governo do seu país.

Com informações de Inovação Tecnológica 

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