Google vai lançar sua própria loja de música
O Google deve lançar, ainda este ano,
uma loja virtual para venda de músicas online, a exemplo do que já fazem
a Apple, com a iTunes Store, e a Amazon, com o Cloud Player. O novo serviço ainda não tem nome definido, mas já foi batizado, informalmente, de Google Music.
Após o
declínio das vendas dos CDs em função da pirataria, veio a fase em que a Apple e sua iTunes Store dominaram o mercado de venda de música online. Agora inicia-se uma era dos serviços em cloud computing↳Cloud30 conteúdosGerenciamento de infraestrutura multicloud com Kubernetes proporciona otimização e economiaDevSecOps · set 2021Vivo assina contrato para aquisição da IPNET e cresce em cloud computingDevSecOps · ago 20245 tendências da computação em nuvem para as empresasDevSecOps · abr 2022Ver tudo em DevSecOps →,
em que os usuários não mais precisam baixar os arquivos, mas eles ficam
à sua disposição para uso em qualquer dispositivo, em servidores
espalhados pelo mundo. E, nessa nova era, Apple e Amazon já deram
passos importantes, enquanto o Google continua engatinhando.
Quem
está à frente nesse novo cenário é a Apple. Apoiada pelo histórico da
iTunes Store, a empresa conseguiu alinhavar acordos com as principais
gravadoras, que já deram sua bênção para que as músicas compradas pelos
usuários possam estar disponíveis para qualquer dispositivo que se
conecte ao iCloud (serviço que a Apple lançou na quarta-feira, dia 12). A
Amazon também já conseguiu alguns acordos, mas a operação – pela falta
de acordos com todas – é mais complicada que na Apple. No serviço da
Amazon, os usuários precisam fazer o upload de cada uma das faixas para o
serviço na nuvem. No caso da Apple, esse upload é automático, e os
usuários nem precisam se preocupar com a operação.
Já o Google ainda não conseguiu firmar acordos com as principais
gravadoras. Apenas selos menores já concordaram em fazer parte da nova
empreitada. É claro que a situação pode se alterar nas próximas semanas,
mas, de qualquer modo, o gigante da buscas vai precisar de muito fôlego
para garantir um lugar ao sol nessa corrida pelo potencialmente
explosivo mercado de músicas armazenadas na nuvem.
Com informações de Olhar Digital






