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GM firma parceria com Girls Who Code

GM doou US$ 250 mil à organização.

GM firma parceria com Girls Who Code
Imagem: Redação iMasters

Mary Barra, CEO e presidente da General Motors, acredita que uma maneira de formar mais mulheres líderes na indústria automobilística é alcançar as adolescentes interessadas em matemática e ciências. Para isso, a GM está investindo em uma nova parceria com o Girls Who Code, organização sem fins lucrativos que oferece um programa pós-escolar gratuito em escolas, universidades e centros de comunidades. A empresa doou US$ 250 mil à organização.

A executiva é a primeira mulher a dirigir uma empresa de automóveis e uma das 22 mulheres a dirigir uma empresa da lista Fortune 500. Ela introduziu várias iniciativas na GM para encorajar diversas práticas de contratação e promover as mulheres à liderança. “O que é tão importante com o Girls Who Code é a construção desse pipeline mesmo antes de as meninas chegarem ao ensino médio, para levá-las aos programas de faculdade que criem mais engenheiras”, disse.

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Entre as idades de 13 e 17, o número de meninas interessadas em prosseguir o estudo em matemática e ciências tende a diminuir, o que significa que a probabilidade de elas seguirem uma carreira em tecnologiaCarreira dev62 conteúdosPassagem do dev júnior para sênior vai além do tempo de experiência, é sobre consistênciaGestão Dev & TI · ago 2025Porque trocar devs juniores por IA é uma ideia imbecil e você deveria ficar tranquilo(a) — por enquantoGestão Dev & TI · jan 2026Por que é tão desafiador qualificar jovens na área de TI?Gestão Dev & TI · fev 2024Ver tudo em Gestão Dev & TI diminui, afirmou Reshma Saujani, fundadora do  Girls who Code ao site The Verge.

“Nosso objetivo é chegar a 100 mil meninas no próximo ano, e todas elas estarão expostas ao trabalho que estamos fazendo com a GM e as mulheres incríveis que conheci na GM, incluindo Mary”, disse Saujani.

Como em todo campo tecnológico, as mulheres estão muito sub-representadas – isso é verdade em empresas de tecnologia e é verdade na indústria automobilística. As mulheres ocupam menos de 20% dos cargos de nível sênior em empresas de automóveis, segundo a Catalyst, uma organização que estuda a inclusão no local de trabalho. Esse índice é equivalente ao de mulheres que trabalham em companhias de tecnologia.

E simplesmente contratar mulheres não é suficiente. Sob a liderança de Barra, a GM lançou vários programas de mentoria para incentivar as mulheres a subir na empresa. Ela reúne executivas em uma base trimestral para encontrar novas estratégias para fazê-las crescer em número, e também leva os líderes do sexo masculino para o processo de mentoria.

A promessa de mudança social é outra maneira como o Girls Who Code apela para adolescentes. “Elas são apaixonadas pela mudança climática e o impacto que essa nova geração de carros vai ter sobre o meio ambiente”, disse Saujani.

Para Barra, o programa Girls Who Code tem ressonância pessoal. Ao contrário de alguns presidentes de empresa automobilísticas, ela estudou engenharia. “Meu irmão e eu fomos os primeiros na nossa família que foram para a faculdade. Meus pais nos incentivaram em matemática e ciências e esse incentivo foi fundamental”.

A GM e outras empresas automobilísticas estão em busca de fazer as mulheres tomarem decisões de alto nível. Mais mulheres nos EUA têm carteira de motorista do que homens, e as mulheres tomam mais de 80% das decisões de compras da casa. Se os executivos da indústria automobilística forem inteligentes sobre sua estratégia futura de inovação, farão um esforço concentrado para alcançar sua base de clientes mais crítica para acompanhar os tempos – as mulheres.

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