Fabricantes de dispositivos são os que mais lucrarão com IoT
Conclusão é de uma pesquisa realizada pela CompTIA, associação da indústria de TI dos EUA.
Segundo uma pesquisa realizada pela CompTIA, associação da indústria de TI dos EUA, na percepção dos gestores de TI, a indústria que mais vai lucrar com o crescente mercado de Internet das Coisas (IoT) são os fabricantes de dispositivos. Essa é a opinião de 45% das 293 firmas que participaram do levantamento.
Em seguida, com 40%, vêm as empresas de análises de Big Data↳Big data16 conteúdosResolvendo desafios de Big Data com Ciência de Dados na UberData · abr 2019Segurança “Data-Driven”: como big data e IA estão redefinindo a detecção de ameaças em tempo realDevSecOps · jan 2026USP lança MBA em Inteligência Artificial e Big DataAI · mar 2024Ver tudo em Data → e, em terceiro lugar, com 35%, aparecem aquelas com experiência em integrar serviços utilizando APIs. Entre os canais, 9% acreditam que eles estarão bem posicionados para lucrarem com IoT nos próximos dois anos, enquanto que 23% acreditam que provavelmente estarão bem posicionados.
Os executivos de TI identificaram várias áreas nas quais a Internet das Coisas deve gerar maior impacto e entregar valor a longo prazo: criar novas oportunidades de receita e de negócios com sistemas conectados (por exemplo, cidades inteligentes e veículos conectados); controlar e monitorar peças recém ligadas de equipamentos; coletar novos fluxos de dados; adicionar inteligência a objetos anteriormente “burros” e a sistemas; e coletar informações contextuais de clientes.
Projeções estimam que o número de dispositivos conectados em todo o mundo crescerá de 14,4 bilhões em 2014 para mais de 50 bilhões até 2020, gerando uma oportunidade de receita estimada em US$ 1,9 trilhões, “o que sugere um mundo de novas oportunidades de negócios”, conclui o levantamento.
“Inúmeros elementos da Internet das Coisas estão enraizados em componentes tradicionais da TI, o que é uma boa notícia para empresas de TI experimentarem a construção e a interconexão de sistemas complexos”, disse Marco Carvalho, agente da CompTIA Brasil. “Ao mesmo tempo, em que estamos propensos a ver o surgimento de muitas novas empresas focadas em aspectos específicos destes sistemas, tais como análise de dados e dispositivos, sabemos que o verdadeiro valor da Internet das Coisas virá da combinação e conectividade de todas essas as peças”, completou.
Com informações de mobiletime






