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Computadores Raspberry Pi ainda não têm data para chegar ao Brasil

Segundo o site ZDNET, a burocracia e os impostos podem atrasar a negociação.

Rumores de que os computadores educacionais de baixo custo, com Raspberry Pi, chegariam ao mercado brasileiro nos próximos meses não vão se confirmar. Representantes da Raspberry Foundation, responsáveis pela fabricação dos aparelhos, explicaram que as máquinas devem chegar ao país, sim, mas não tão rápido.

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O Raspberry Pi é um minicomputador, do tamanho de um cartão de crédito, cujo hardware é integrado em uma única placa. O principal objetivo é estimular o ensino de ciência da computação básica em escolas.

Jon “Maddog” Hall, fundador do LinuxLinux34 conteúdosKali Linux em um Servidor VPS: como, quando e por que usar?DevSecOps · dez 2024Construindo um Windows Service ou Linux Daemon com Worker Service & .NET Core – Parte 2Dev (Back & Front) · jul 2020Criando uma WebApi utilizando .NET, Linux e VSCodeDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em DevSecOps International, disse a um jornal brasileiro que uma empresa havia demonstrado interesse na fabricação dos aparelhos no Brasil e que, caso tudo desse certo, eles seriam lançados até o Natal. A Raspberry Pi não nega a intenção, mas discorda em relação à data.

“Nossa experiência de fabricar produtos, inicialmente na China, e depois no Reino Unido, sugere que o Natal seria uma meta extremamente otimista. Há uma negociação, além de trabalho de bastidores que é preciso ser feito antes de se poder iniciar tudo”, explicou Liz Upton, cofundadora da Rapsberry Foundation.

Um dos representantes da empresa visitou o Brasil durante a Campus Party e já fez alguns contatos. Mas, segundo o site ZDNET, a burocracia e os impostos, que fariam com que os preços fossem de R$ 80 (equivalente aos US$ 35 tradicionais dos computadores Raspberry Pi) para R$ 180, por exemplo, podem atrasar a negociação.

“Estamos considerando o Brasil como local para nossa próxima fábrica. É um mercado importante com apetite para educação digital. Mas as coisas levam tempo e custos. Temos que ser muitos cautelosos para fazermos a transição da melhor forma possível e isso vai levar algum tempo”, avaliou Pete Lomas, outro cofundador da plataforma.

Com informações de Techtudo

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