NOTÍCIA

Brasil cai nove posições em ranking de TI do Fórum Econômico Mundial

Pior colocação do país foi no item ambiente de negócios.

O Brasil registrou queda de nove posições no ranking do relatório global de tecnologia da informação, divulgado ontem pelo Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês). Depois de mostrar recuperação e subir cinco posições em 2013, para o 60º lugar em uma lista de 148 países, o Brasil voltou a recuar, e ficou no 69º lugar este ano.

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As seis primeiras posições foram as mesmas do anos passado: Finlândia, Cingapura, Suíça, Holanda, Noruega e Suécia.

O estudo, que é realizado em parceria com uma rede de organizações em todo o mundo, avalia a influência e os impactos da tecnologia da informação e comunicações (TIC) para o desenvolvimento e a competitividade de 148 países. Ele se baseia na análise de quatro vertentes: infraestrutura, qualificação e custo de acesso à tecnologia; preparo de governos, empresas e pessoas para o uso da TIC; ambiente de inovação, de negócios, político e regulatório; e impactos econômicos e sociais gerados pela tecnologia.

De acordo com o levantamento, a pior colocação do Brasil no ranking foi no item de ambiente de negócios e inovação: 121º lugar. No item habilidades, o país ficou na 86ª colocação. Já no subíndice de uso, o Brasil apareceu na 54ª posição – 66º em uso individual, 56º em uso governamental e 33º em uso nos negócios.

O WEF aponta que, desde o início da crise financeira em 2008, a economia global registra uma mudança em seus padrões de crescimento. Economias avançadas têm crescimento negativo ou lento, enquanto os mercados emergentes – incluindo o Brasil – continuaram a mostrar expansão robusta.

“Apesar desse progresso dos Brics, observamos recentemente que muitas dessas economias emergentes estão tendo dificuldades para manter o rápido crescimento econômico dos últimos anos. Muitas das condições favoráveis que incentivavam esse crescimento começaram a desaparecer. Isso pode ter consequências não apenas para esses países, mas – dado seu tamanho e crescente importância em um mundo interconectado – também para a economia global no longo prazo”, afirma o relatório.

Com informações de G1

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