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Aquisição do Opera por grupo chinês é barrada por autoridades

Autoridades dos EUA e da China não aprovaram a aquisição do navegador Opera por US$ 1,2 bilhão.

Aquisição do Opera por grupo chinês é barrada por autoridades
Imagem: Redação iMasters

Autoridades dos EUA e da China não aprovaram a aquisição do navegador Opera por US$ 1,2 bilhão. A compra seria feita por um consórcio chinês, formado pelas empresas Qihoo 360 Technology e Beijing Kunlun Tech. A informação foi divulgada pela empresa de software norueguesa hoje, e o prazo para a aprovação era até 15 de julho.

A proposta original precisava ser aprovada pelas autoridades chinesas e norte-americanas, mas foi barrada por uma das partes, que não aprovou a transação. “Nenhum regulador disse não. Não recebemos uma resposta dentro do prazo acordado”, disse o presidente do conselho de administração da Opera, Sverre Munck. Ele acrescentou que as partes envolvidas poderiam adiar o acordo, mas preferiram não prosseguir. Em vez da compra, as duas empresas irão comprar ativos da área voltada ao consumidor final da Opera por US$ 600 milhões.

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De acordo com o site Canaltech, o fracasso da proposta original levou as ações da Opera a uma queda de 10,4% nesta segunda-feira. “A maioria dos investidores ficou decepcionada. Entendemos isso e também ficamos decepcionados com o fracasso da proposta original”, disse o executivo.

“A incerteza que isso teria causado e a quantidade de tempo que levaria seria algo negativo tanto para o consórcio quanto para nós. É por isso que optamos por um acordo alternativo”, disse Munck. Segundo a Opera, agora o consórcio Kunqi planeja comprar os negócios da Opera com browser, aplicativos de performance e privacidade e sua tecnologia de licenciamento e participação na joint-venture chinesa nHorizon.

Os negócios com publicidade e marketing, TV ou aplicativos relacionados a jogos da Opera não estão no acordo. A nova proposta também vai precisar da aprovação das autoridades da China e dos Estados Unidos.

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