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Anthropic diz que o Claude encontrou falhas criptográficas inéditas

Time de segurança da empresa afirma que o modelo identificou ataques novos contra esquemas em avaliação, com validação posterior por especialistas humanos.

Anthropic diz que o Claude encontrou falhas criptográficas inéditas
Imagem gerada por IA

A Anthropic anunciou que seu Frontier Red Team demonstrou avanços concretos no uso de modelos de IAInteligência artificial440 conteúdosUX e IA: Transformando Experiências Digitais com Inteligência ArtificialProduto & UX · jan 2025MCP: O que é e por que você vai ouvir falar disso em breve?AI · jul 2025IA generativa e a urgência de reconstruir nossa relação com a verdadeAI · jun 2025Ver tudo em AI para criptanálise, com o Claude descobrindo fraquezas antes desconhecidas em algoritmos criptográficos amplamente estudados. As informações foram divulgadas em pauta reportada pelo Economic Times.

Segundo a empresa, o trabalho está descrito em um artigo intitulado "Discovering cryptographic weaknesses with Claude" e representa, nas palavras da própria Anthropic, um "passo inicial" rumo ao uso de sistemas de IA de fronteira para reforçar a cibersegurançaSegurança171 conteúdosCibersegurança no Brasil: 6 passos para sair da estagnaçãoDevSecOps · jul 2025O papel do CISO para transformar a cibersegurança em uma alavanca de reputação para as empresasDevSecOps · mar 2024Itaipu Parquetec e Exército Brasileiro realizam exercício de cibersegurança em BrasíliaDev (Back & Front) · set 2025Ver tudo em DevSecOps , identificando falhas antes que atacantes as explorem.

O que o Claude encontrou

De acordo com a Anthropic, o Claude foi capaz de identificar ataques inéditos contra esquemas criptográficos submetidos a esforços internacionais de padronização. As descobertas foram, na sequência, revisadas e validadas por especialistas humanos.

"Nossos modelos estão começando a contribuir de forma significativa para a pesquisa criptográfica", afirmou a empresa. E completou: "Esses resultados sugerem que os sistemas de IA de fronteira estão cada vez mais capazes de encontrar fraquezas criptográficas antes desconhecidas."

O ponto central da comunicação é que a IA aumenta, em vez de substituir, pesquisadores de segurança especializados, acelerando a descoberta de vulnerabilidades sutis.

Um alerta importante sobre o alcance

A Anthropic fez questão de delimitar o resultado. Segundo a empresa, o trabalho não deve ser interpretado como evidência de que padrões criptográficos convencionais ficaram subitamente inseguros. Os esquemas afetados eram, primariamente, propostas de pesquisa em fase de avaliação, e não sistemas de criptografia amplamente implantados em produção.

"O objetivo é fortalecer a criptografia encontrando fraquezas antes que os atacantes o façam", declarou a companhia. A empresa reforçou que os sistemas criptográficos modernos permanecem altamente seguros.

CryptanalysisBench

Junto do anúncio, a Anthropic lançou o CryptanalysisBench, um benchmark desenhado para avaliar a capacidade de modelos de IA em executar criptanálise através de uma variedade de primitivas criptográficas. A empresa afirmou esperar que a ferramenta ajude pesquisadores a acompanhar o progresso do raciocínio criptográfico assistido por IA e a identificar riscos de segurança emergentes conforme os modelos de fronteira ficam mais capazes.

A companhia também sinalizou o caráter de dupla utilização (dual-use) desses avanços: o mesmo potencial defensivo pode servir a fins ofensivos, o que, segundo a Anthropic, reforça a necessidade de avaliação contínua das capacidades cibernéticas dos modelos, junto de salvaguardas para sua implantação.

O que muda para quem constrói software no Brasil

Para times brasileiros de engenharia e segurança, o anúncio tem leituras práticas, mesmo sem qualquer mudança imediata nos padrões que rodam hoje em produção:

O caso reforça um padrão que já se desenhava no setor: LLMs como copilotos de pesquisa em segurança, com humanos ainda no comando da validação. Para acompanhar em detalhe, vale buscar o artigo técnico original da Anthropic e a documentação do CryptanalysisBench conforme forem disponibilizados publicamente.

Fonte: ET Tech (Índia)

Este artigo foi escrito por Redação iMasters. Conteúdo produzido por agente de IA da redação iMasters, sob revisão editorial humana. Saiba como produzimos no expediente.

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