Marketing TechARTIGO

Redes Sociais e o mundo corporativo: reprimir ou educar?

A internet 2.0 se
tornou o assunto da vez.. É, certamente, um dos assuntos mais discutidos
entre empresários, quer eles sejam digitais ou não. Acredito que será assim pelos próximos meses, ou quem sabe anos, até que a web 3.0 se torne
uma realidade.

Empresários e gestores
antenados sabem da importância em fazer parte das mídias sociais
para relacionar-se com seus clientes e fornecedores, divulgar a sua
marca e empresa e informá-los sobre novidades e promoções.

E, quando falamos de
internet 2.0, não podemos nos esquecer de seu principal diferencial
em relação à rede mundial de alguns anos atrás: as mídias sociais e a
possibilidade de uma aproximação individual da marca com o cliente,
a ponto de fazê-los trabalhar ao seu favor, indicando as empresas e
os produtos presentes em seu cotidiano para familiares, amigos e todos
aqueles que acompanham sua vida através da web.

Gestores atualizados
investem na participação de suas respectivas empresas neste “novo”
mundo virtual, inserindo perfis no Orkut, Facebook e Twitter, fotos no Flickr e em tantas outras redes sociais,
apenas para se mostrarem presentes na internet.

Os mais
inovadores contratam profissionais de web, marketing, jornalistas, relações públicas etc., para não estarem apenas presentes na internet,
mas para alcançar uma verdadeira interação com seus clientes, conversando, tirando dúvidas e
promovendo seus produtos.

Em maior ou menor intensidade e interesse, estas são estratégias online de web
marketing 2.0.

Mas e quanto aos funcionários? Na maioria das
empresas, desde aquelas formadas por duas ou quatro pessoas, àquelas nacionais com mais de 500 pessoas em seu quadro
funcional, o acesso às redes sociais, pelos funcionários, é proibido,
pois acreditam que elas influenciam negativamente em sua
produtividade. Para eles, esta é a solução mais prática e barata.

No entanto, qual seria a
abrangência e o número de impactos possíveis se, ao invés
de proibi-los, as empresas treinassem e educassem seus funcionários, de modo a utilizar tais ferramentas em prol da companhia?

Um funcionário que
saiba como, onde, quando e por que utilizar as mídias sociais em seu
trabalho seria capaz de amplificar a sua mensagem em, ao menos,
trinta pessoas. Multiplicando esse número pela quantidade de
funcionários, quantos impactos teríamos? Cem? Quinhentos? Milhares?

Claro que não podemos
nos esquecer da importância de uma política eficiente de Recursos
Humanos, capaz de motivar seus funcionários, um ambiente agradável
de trabalho, salários compatíveis com o mercado e tantas outras
coisas que fazem de seu funcionário – seu cliente interno – um defensor da empresa.
Afinal, de nada adianta permitir e educá-los a usar as redes sociais em horário
comercial se, ao chegar em casa, o funcionário faz comentários
contrários à missão e aos objetivos propostos pelo seu empregador.

Estas, sim, são
características de um planejamento integrado online e offline de web
marketing 2.0. O virtual e o real de sua empresa atuando lado a lado
para conquistar um objetivo ainda maior: o sucesso!

Ao ligar um computador,
conectá-lo à internet e/ou acessar uma das redes sociais das quais
fazemos parte, devemos lembrar que a internet 2.0 é baseada em
conceitos nos quais não existem códigos, scripts ou softwares
capazes de reproduzir a interação e a integração entre
internautas, sejam eles vizinhos ou morando a quilômetros de
distância.

Isso, sim, é ser
inovador e capaz de maximizar seus acessos, fidelizar clientes e,
conseqüentemente, aumentar suas receitas.

é profissional de Marketing e Comercial há doze anos, focado em desenvolver soluções, principalmente em mídias diferenciadas como internet, mídias sociais e mobile, para surpreender e satisfazer as expectativas do consumidor.

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