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15 out, 2009

Samsung Jét: muito além da velocidade

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Já tivemos a oportunidade de tocar e acariciar o Samsung Jét, este feature phone
que, além de ter todas as funções obrigatórias hoje em dia num celular
top de linha (3G, Wi-Fi, A-GPS), carrega um processador de 800MHz e
ostenta uma belíssima tela AMOLED sensível a toque. Será que beleza e
velocidade compensam a ausência de customização e sistema
operacional? Fiquei um tempinho testando todas as funções do Jét para
descobrir.

O aparelho

O Jét é um celular compacto, que cabe confortavelmente na mão, e com seus 110g (contra 135g do iPhone ou 150g do N97), é leve.


Na frente do Jét, além da tela que ocupa quase todo o espaço, temos
o speaker, a câmera frontal e três botões (fazer chamada, menu e
interromper chamada). A parte de trás tem a câmera de 5MP com flash LED
duplo e autofoco, e a grelha do alto-falante na parte de baixo. No
topo, há uma entrada para fone de 3,5mm e uma porta microUSB. O cartão
de memória pode ser trocado com o celular ligado, mas fica embaixo da
tampa traseira. O acabamento na parte de trás chama a atenção: são
vários tubos vermelhos abaixo da superfície transparente lisa, vistos
somente quando a luz reflete na carcaça. Isso dá um toque de luxo ao
aparelho.


O Jét conta com 8 botões ao todo: além dos três na frente, há os
botões de volume no lado esquerdo e os botões de trava, câmera e “cubo”
(mais sobre isso depois) no lado direito. Fora o botão do cubo, todos
os botões são essenciais. E poderia haver mais alguns. Por exemplo,
falta um controle físico para o player de mídia: não dá para trocar de
faixa com os botões – o que conseguia fazer com o botão de volume no Blackberry Curve 8900, por exemplo.

Tela


A tela AMOLED é o grande trunfo do Jét: a imagem é brilhante, nítida
e com cores bem definidas – a foto acima não faz justiça. A tela tem
3,1 polegadas e resolução impressionante de 480×800, exibindo 16
milhões de cores. A tela foi feita para exibir filmes e séries:
assistir a vídeos é ótimo, quase perfeito – o que pode atrapalhar é o
reflexo da tela, especialmente em ambientes mais claros.

A tela é sensível ao toque e resistiva, e reage rápido a comandos.
Ela tem feedback (responde ao toque com uma vibração) e você não
precisa usar a unha para que ela entenda seus comandos. No entanto, às
vezes ela é imprecisa: aparentemente, a tela é menos sensível nas
bordas – abrir o menu lateral pode requerer um pouco de concentração –
e o Jét pode interpretar o deslizar de dedo como um clique.

Isso é um problema na hora de destravar o celular. O Jét possui uma
função de desbloqueio, na qual você escreve uma letra com o dedo para
destravá-lo e ir direto a uma função – escrever M para ir às Mensagens,
por exemplo. Ou você pode destravá-lo apertando um botão na tela. Mas
destravar o Jét é sempre um pé no saco, porque ele entende o clique no
botão como uma tentativa de escrever uma letra, e diz “Caractere
incorreto”. Já perdi boas oportunidades de fotos por causa disso. E,
sim, a tela fica emporcalhada com marcas dos dedos depois de algum
tempo de uso.


O Jét não tem teclado físico, mas o teclado virtual é impressionante:
na vertical surge o teclado alfanumérico, e na horizontal o teclado
QWERTY – o Jét tem acelerômetro. Consigo digitar muito rápido no
teclado horizontal, com poucos erros, tão rápido quanto no teclado
físico de um Blackberry. E não sou acostumado a usar teclados virtuais.
O chato é que ele não tem dicionário para corrigir erros de digitação:
o máximo que pode ser feito é contar com a escrita inteligente (T9),
mas quando a palavra não está no dicionário, o T9 não tem muita valia.
E bem que o Jét poderia ter um teclado QWERTY na vertical também: o Opera Mini 5 tem um teclado próprio que, mesmo com teclas um pouco apertadas, funciona muito bem no aparelho.

Bateria

A bateria dura cerca de quatro dias quando escuto bastante música;
quando ligo o Wi-Fi, a bateria acaba mais rápido, em até dois dias.
Assistir a vídeos não come tanta bateria: vi “A Lista de Schindler”
(com 3h de duração) depois de carregar a bateria, e ela ainda estava
quase cheia depois.

Conectividade

O Samsung Jét possui 3G e Wi-Fi, o que é ótimo para um celular
voltado para a web. Não tive problemas na conexão 3G, mas tive no
Wi-Fi: precisei configurar manualmente a conexão para a rede sem fio
aqui de casa, o que não foi nada intuitivo – inserir DNS fixo em opções
escondidas no menu nunca é fácil. Nunca tive problemas para acessar
Wi-Fi com nenhum gadget aqui. No entanto, não precisei fazer nenhuma
configuração em outras redes Wi-Fi: em outros lugares, tudo funcionou
automaticamente, como deveria. O Jét também tem Bluetooth, que
encontrou outros dispositivos, enviou e recebeu arquivos sem problemas.

Internet


O sistema operacional proprietário do Jét é bastante voltado para a
internet. A tela inicial consiste em três áreas de trabalho para onde
você pode arrastar widgets – dos quais vários são ícones para acessar
serviços do Google (mapas, Youtube) ou redes sociais (Orkut, Facebook,
Flickr etc.).

E o Jét está bem preparado para a tarefa: ele vem com navegador baseado em Webkit, mesmo engine encontrado nos navegadores do iPhone e do Android.
Com ele, as páginas renderizam como no computador, respeitando os
padrões da Web; e além de carregarem mais rápido, você tem suporte a
abas, podendo abrir mais de uma página por vez. (Falta, no entanto, uma
forma de abrir links de uma página em outras abas.). Mesmo com alguns
probleminhas, dá pra dizer que você tem um navegador de verdade no Jét.


Além disso, o browser suporta Javascript, bloqueia propagandas e –
morram de inveja, donos do iPhone! – tem suporte a Flash. O Flash rodou
direitinho pela conexão 3G, mas não na conexão sem fio: aparentemente,
se a conexão não for rápida o suficiente, o navegador não carrega o
Flash. E, claro, um site com vários elementos em Flash (tipo o Giz) vai
deixar o aparelho um pouco lento – mas vale a pena. (Os elementos em
Flash do site do Giz só aparecem porque eu desativei o bloqueador de
propagandas.) Os vídeos do Youtube são reproduzidos em RTSP, como no iPhone.

A forma como se dá zoom é interessante: toque na tela e segure, até
que apareçam duas setas. Arraste o dedo para a frente, e você aumenta o
zoom; arraste para trás para menos zoom. Tocar duas vezes em alguma
parte da página amplia essa parte. Minha experiência com o zoom não foi
ótima: ele é bastante sensível às vezes, e não sensível o suficiente em
outras, mas é uma função relativamente bem pensada que pode ser
aprimorada num update de firmware.

Multimídia

Outro foco do Samsung Jét é multimídia. Já rasguei meus elogios para
a tela, mas o som e o software de música e vídeo também são bons.

Tanto pelo alto-falante como pelos fones de ouvido intra-auriculares
que acompanham o aparelho, o som é forte e nítido. Quando recebi o Jét
para testar, deixei o aparelho tocando música em vez de escutar no
laptop, porque a qualidade do som e o volume são bons.

A interface do player de música é boa e tem a interface comum em
todo musicphone decente: organiza suas músicas por artistas, álbuns e
gêneros, tem equalizador com opções pré-definidas e interface
semelhante ao Cover Flow
do iPhone na horizontal. No entanto, ela não funciona tão bem quanto no
iPhone: navegar pelos álbuns não é tão fácil porque a tela é resistiva.
E gostaria que fosse possível adicionar uma música na lista “Tocando
agora”: não consigo colocar uma música na fila para tocar sem
interromper a música tocando agora, o que é uma falha grave. Para
trocar a música, basta agitar o aparelho ou bater duas vezes no topo do
celular – ou tocar no botão Avançar na tela, se você também odeia
tratar o celular como chocalho. O Jét também tem rádio FM com RDS e
gravador de som.

E o vídeo? O player de vídeo aceita diversos formatos, entre DivX,
MP4 e WMV, então a maioria dos vídeos vai funcionar no Jét; só não
consegui ver um ou outro (nada de vídeos em HD) – mas fiquei contente
com o suporte a codecs. O vídeo pode ser visto na vertical ou na
horizontal; claro que na horizontal é a melhor posição, por aproveitar
toda a tela. E em nenhuma das posições o vídeo “engasga” ou trava: a
reprodução é fluida e segue fluida mesmo quando mudamos da vertical pra
horizontal. E avançar e retroceder no filme é relativamente fácil:
basta ir arrastando a barra de busca, ou segurar os botões de avançar e
retroceder para usar o fast-forward ou rewind.

Câmera


O Jét possui duas câmeras: a principal, com 5MP, flash LED duplo e
autofoco, e a secundária, apenas para videochamadas. A câmera principal
tem vários recursos, mas não impressiona. Com luminosidade, as imagens
saem boas, mas não saem muito nítidas – é uma típica câmera de celular. Você pode reparar a diferença comparando uma foto do Jét (acima) com uma foto da câmera Sony DSC-S730 (abaixo):

 

Com pouca luz, o flash não dá conta do recado: a luz chega a
incomodar quem está sendo fotografado. O autofoco, no entanto, funciona
bem: as fotos de objetos pequenos tiradas bem de perto têm boa
qualidade.

A câmera tem diversos recursos de fotografia, como configurações de
disparo (paisagem, praia, noturno, esportes etc.), detector de sorriso,
fotos contínuas e (ugh) molduras. O recurso mais interessante, no
entanto, são as fotos em panorama: o Jét faz um bom trabalho, como você
pode ver abaixo. Mas todas essas funções não compensam a qualidade
mediana da câmera: afinal, você não vai usar fotos panorâmicas o tempo
todo.

A câmera também filma a resolução de até 720×480 e grava em 3GP e
MP4, mas a qualidade também não impressiona: a imagem sai um pouco
borrada, e novamente a falta de nitidez é um problema.

A câmera secundária serve apenas para videochamadas. O celular tem
um editor de vídeo, onde você pode incluir uma outra faixa de áudio ou
cortar um vídeo gravado do celular.

E-mail e messaging

Esta é a parte fraca do Samsung Jét. Ele não é um smartphone, então
não esperamos que ele tenha um cliente de e-mail com IMAP e push. Mas
você pode acessar seu serviço de webmail: como o navegador padrão é
muito bom, você não terá problemas. Ou você pode configurar uma conta
de e-mail no celular – o assistente de configuração é decente, e o Jét
conta com Exchange ActiveSync,
mas não vejo muita gente usando e-mail neste celular. Se e-mail fosse
destaque, existiria um botão dedicado a ele – no Jét, o e-mail fica no
menu Mensagens, logo abaixo dos SMS. Além disso, quando configurei o
Gmail nele, ele baixou cinco mensagens de 2005 para o aparelho. Hum,
que tal cinco e-mails recentes, Jét?

E mensagens instantâneas? Isso faz muita falta no Jét! Se você
quiser entrar no MSN ou Google Talk, vai ter que usar clientes Java de
terceiros, que não são muito bons. IM deveria estar integrado no
sistema operacional, dado que a internet é uma das razões de ser deste
aparelho, e o teclado horizontal seria ótimo para escrever mensagens
rápido. E o Webmessenger, por exemplo, não funciona no navegador do
aparelho.

Multitarefa e aplicativos


O Jét é forte na multitarefa: ele aguenta cerca de 8 aplicativos
abertos ao mesmo tempo, e não fica lento. Quando a memória chega no
limite, ele avisa que um programa deve ser fechado e exibe um
gerenciador de tarefas, uma série de cartas com a interface de cada
programa, para você fechar os programas que não está usando. Claro,
como o Jét não é um smartphone, então dificilmente você vai precisar
trocar de programas, mas saiba que você pode.

O problema é a falta de programas: como o Jét tem sistema
operacional próprio, são poucos os widgets feitos especialmente para
ele. Na galeria de widgets, a maioria dos programas são do tipo
“relógio digital 07” ou “calculadora do amor” ou de gorjetas. Sim, o
Jét roda programas em Java, mas a oferta de programas bons é pequena –
como programas de messaging, por exemplo. Ainda por cima, há uma
inconveniência ao instalar programas Java: não é possível baixar o
programa no PC, colocar na memória do celular e depois instalar – você
precisa baixar o programa do próprio celular, onde é mais difícil
navegar e achar o ideal.

Chamadas

A qualidade da ligação não é nada de mais. O volume é razoável no
speaker e no viva-voz. É possível colocar ligações em espera e realizar
videochamadas também, mas não pude testar esta funcionalidade. E o Jét
tem a curiosidade da chamada falsa, uma funcionalidade que é
bizarramente cada vez mais comum: segure o botão de reduzir volume por
2 segundos, e o celular cria uma ligação para você escapar de alguma
situação social inconveniente.

Cubo



O Jét possui um cubo, para acessar fotos, músicas, vídeos, rádio,
jogos e internet. O cubo é uma função completamente desnecessária e
difícil de usar, logo é quase um pecado dedicar um botão físico a ele.
Girar o cubo para escolher uma determinada função é tranquilo: o
problema é que as opções de jogos, fotos etc são exibidas de forma
parecida com o Flip 3D do Windows Vista/7.

Como a tela é resistiva, é difícil escolher e selecionar o que você
quer: quando você vai arrastar o dedo para ir vendo as opções, você
acaba selecionando alguma coisa que não queria. Fora que é um jeito
muito pouco prático de navegar por dezenas de fotos ou músicas. A
Samsung tentou fazer algo parecido com o LG Arena, mas falhou
miseravelmente, possivelmente pela tela capacitiva. Mas já vimos
truques melhores feitos com a tela resistiva do N97 (com o promissor update de firmware), então podemos colocar a culpa nos programadores.

Outras funções

O SharePix, função para compartilhar fotos rapidamente via Flickr,
Facebook etc funcionou de forma fluida. Primeiro você precisa escolher
os serviços que você quer usar, depois se logar em cada um, autorizar o
SharePix a enviar fotos, e pronto. Das próximas vezes, é só escolher a
foto, colocar um título e enviar: bastante fácil, e a opção SharePix
está disponível na câmera e no navegador de fotos.

O identificador de música funcionou bem, identificando desde músicas
mais conhecidas (“My Sharona”, “Patience” ao vivo) até mais obscuras
(“God of Traffic” da banda Black Wire e “Dinosaurs” dos Maccabees).

O GPS não funcionou direito. E o “navegador” tem um senso de humor incrível: me disse para ir de Santos a São Paulo em linha reta – estou achando que não tenho sorte com o GPS dos celulares…

O Jét ainda tem gerenciador de arquivos, alarmes múltiplos, calendário com alertas e cronômetro.

Preço

O Jét tem preço recomendado de R$1.599 desbloqueado, mas as
operadoras o vendem no plano pré-pago com algum desconto. No plano
pós-pago, o preço do Jét vai de R$499 a R$1.049 na Claro, e de R$469
até R$1.399 na TIM; na Vivo, ele custa R$1.169, independente do plano
escolhido.

Um celular comparável, o LG Arena, custa de R$122 a R$1.222 no
pós-pago da Claro. Dependendo do plano escolhido, o Arena pode ser mais
barato (ele foi lançado antes), mas os preços estão bastante próximos.

Conclusão


O Samsung Jét é rápido, mas não impressiona pela velocidade como
você se impressionaria com um computador ultraturbinado. Ainda que a loja de aplicativos da Samsung
esteja chegando por aqui, ele não é smartphone e pessoas fãs de
descobrirem programas e funções escondidas podem preferir ficar longe.

Mas não se engane: este celular é um poço sem fundo de funções bem
desenhadas de fábrica. Na tela, no player de música, na câmera; cada
uma das características vem recheada de funcionalidades: o Jét é um
feature phone, com tudo o que um bom feature phone precisa ter – 3G,
Wi-Fi, GPS, entrada de fone de 3,5mm, câmera com flash – está aqui. E
se a velocidade não impressiona, é porque age discretamente: músicas e
vídeos não “engasgam”, e o aparelho aguenta vários programas abertos ao
mesmo tempo. Se você não é das pessoas que precisam de todos
os programas e customizações ou preferem deixar o aparelho como veio de
fábrica, o Jét – especialmente com um bom preço via fidelização das
operadoras -, é uma boa pedida.

Pontos Positivos

  • Tela AMOLED é linda, mas reflexo pode incomodar
  •  Teclado QWERTY virtual é impressionante, só falta um dicionário
  •  Navegador baseado em Webkit garante boa experiência de internet no aparelho
  •  Aguenta bem vários programas abertos ao mesmo tempo

Deu na mesma

  •  Player de mídia decente, com bom suporte a codecs, mas poderia ser melhor
  •  Câmera de 5MP tem vários recursos, mas não impressiona

Pontos Negativos

  • Cadê os serviços de mensagens instantâneas?
  • Sistema operacional proprietário, o que significa poucos programas disponíveis
  • Instalar programas Java é mais difícil do que deveria
  • Cubo é uma grande bobagem, e não precisa de botão dedicado

Especificações: Samsung Jét S8000

Dimensões: 108,8 x 53,5 x 11,9 mm

Peso: 110 g

Cores: Preto

Conectividade

– 3G HSDPA 3.6Mbps (850, 2100 MHz) 

– Wi-Fi 

– Bluetooth v2.1 A2DP 

– MicroUSB

Tela: AMOLED full touchscreen, 16,5 milhões de cores, 480 x 800 pixels (WVGA), 3,1 polegadas

– interface do usuário TouchWiz v2.0 

– Acelerômetro com de rotação automática

Processador de 800 MHz

Memória: 2GB de memória interna; cartão microSD (TransFlash), até 16GB

Mensagens: SMS, MMS, e-mail (POP3/SMTP/IMAP4/Microsoft Active Sync)

Navegador: WAP 2.0/xHTML, HTML, Webkit-based

Câmera: 5 MP, 2592 x 1944 pixels, autofocus, flash LED duplo, zoom digital 2x

– Geo-tagging 

– Detecção de Rosto e sorriso

– Fotos em sequência, panorama

– Vídeo WVGA (720×480) @ 30 fps 

– Câmara secundária para videochamadas

 

Mídia

– música: MP3/WAV/AAC/AAC+/enhanced AAC+/WMA/MIDI/SP MIDI/AMR-NB/I-Melody/SMAF/XMF

– vídeo: DivX/XviD/H.263/H.264/MPEG4/WMV/3GP

– Toques: polifônico, MP3, WAV

– Conector de 3,5 milímetros de áudio

– DNSe Music Equalizer & SRS WOW Sound Effect

– reconhecimento de música

 

Outros

– Suporte a GPS com A-GPS

– Rádio FM com RDS; gravação de rádio FM 

– Share Pix / Communities

– Online Widgets

– Modo Off-line

– Viva-Voz

– Desbloquear Inteligente

– Java MIDP 2.1

– Built-in handsfree 

– T9

 

Bateria: Standard, Li-Ion 1100 mAh

– Stand-by: Até 250 h (3G)

– Tempo de conversa: Até 5 horas (3G)