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É possível reduzir custos em segurança virtual sem afetar os negócios?

Em tempos difíceis, quando muitas empresas sentem os reflexos da crise mundial, seja pela mudança de comportamento dos seus clientes, seja através dos cortes efetuados pela sede estrangeira, a área de tecnologia da informação passa a ser alvo de análises constantes para cortes de gastos.
 
Há, principalmente nessas ocasiões, que se levar em conta a diferença entre gastos, custos, despesas e investimentos. Não propriamente a partir das definições financeiras, mas com os olhos voltados para o retorno que uma boa infraestrutura de TI é capaz de oferecer.
 
Diante do papel estratégico que a segurança virtual desempenha nas organizações, gerentes e diretores de TI estão buscando ideias que permitam reduzir despesas sem expor os negócios da empresa a riscos reais. Afinal, decisões tomadas na base do desespero, sem que haja um mínimo estudo de impacto, podem resultar em uma catástrofe para o crescimento da marca.
 
O ideal, então, é compreender o perfil de risco da empresa e levar a sério a segurança de suas informações. Só assim é possível proceder a uma reengenharia administrativa eficiente e buscar alternativas capazes de assegurar a tranquilidade na condução dos negócios. Dois caminhos podem ser considerados mais seguros na hora de reduzir as despesas com segurança virtual.
 
1.    Terceirização da segurança. A assistência remota, além de permitir o monitoramento constante de dados, faz com que as operações de negócios não sejam afetadas caso algum problema seja diagnosticado na rede. Mas seu principal atrativo é a otimização de tarefas e a redução de gastos com treinamento de pessoal. Pesquisa realizada pela consultoria Forrest Research apontou que 28% das empresas que optam pelo serviço de segurança terceirizado estão em busca de reduzir custos.
 
2.    Conscientização de funcionários. Independentemente dos investimentos em segurança virtual, todas as empresas podem se beneficiar da sensibilização das suas equipes de trabalho. Expor claramente os riscos implícitos no acesso a determinados sites e definir o uso do ambiente virtual durante a jornada de trabalho deveria fazer parte de todos os programas desenvolvidos pela área de Recursos Humanos. Além de alertar cada funcionário sobre a importância do sigilo de informações estratégicas, trata-se de medida eficaz e sem custos.

é graduado pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) e, desde 2005, é sócio e diretor de tecnologia da Online Data Cloud, empresa de tecnologia e negócios com 20 anos de atuação.

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