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Como depurar códigos no WordPress

Neste artigo, o autor mostra como depurar códigos no WordPress e as vantagens que isso traz para o uso da plataforma.

Você sabe como depurar códigos no WordPressWordPress9 conteúdosAndroid push notifications com Quasar Framework, Firebase e integração com WordPressDev (Back & Front) · mai 2019Simplificando a acessibilidade de documentos: introduzindo a integração do ONLYOFFICE DocSpace com WordPress e DrupalDev (Back & Front) · abr 2024Como criar seu site WordPress com um único prompt de IA em minutos?Dev (Back & Front) · mar 2025Ver tudo em Dev (Back & Front) ? Codificar aplicativos e websites exige uma depuração constante para garantir qualidade, desempenho e bom funcionamento. Toda linguagem, framework e CMS possuem (ou deveriam possuir) mecanismos para essa finalidade.

O WordPress e seu ecossistema de plugins fornece formas simples e eficazes de depurar códigos. Depurar código é de extrema importância, mas somente em ambiente de desenvolvimento, já que no ambiente de produção a regra é o silêncio.

O que eu quero dizer, é que quando você está criando sua aplicação, codificando seus códigos em sua máquina, você precisa exibir/registrar os erros que ocorrem para atuar sobre eles.

No entanto, quando a aplicação está em uso (publicada), esses mesmos erros devem ser ocultados para o usuário final, uma vez que eles expõem informações sobre seu sistema – como a versão do servidor web, a versão da linguagem, os caminhos físicos do servidor – e que podem ser usadas por usuários mal intencionados.

Como ativar e desativar o recurso de debug no WordPress

Por padrão, o recurso de debugging do WordPress vem desativado. Ele é ativado através de uma constante localizada no arquivo wp-config.php. Essa constante recebe um valor booleano true ou false para ativar ou desativar a funcionalidade, respectivamente.

Veja os exemplos:

Com a opção de debug ativada, os erros serão exibidos na tela. Assim, o desenvolvedor tomará conhecimento da sua existência para atuar em sua correção e, com isso, garantir uma melhor entrega.

Os tipos de erros exibidos

Particularmente não gosto de exibir os erros na tela, mesmo em ambiente de desenvolvimento.

Eu tenho alguns bons motivos para isso. Pense comigo:

  • Somos humanos e suscetíveis a erros. Portanto, pode acontecer um deploy com a constante WP_DEBUG com o valor true. Como já disse acima, o resultado é uma exposição de dados sensíveis do ambiente;
  • Em requisições AJAX não verei os erros, se existirem. Exceto se ficar monitorando através do Firebug, por exemplo;
  • Visualmente é feio e impacta na renderização do site no navegador de internet.

Eu disse que não gosto de exibir os erros na tela, mas gosto muito de depurar códigos e garantir qualidade. Portanto, adiciono outras duas constantes para trabalhar em conjunto a que conhecemos agora. São as constantes WP_DEBUG_LOG e WP_DEBUG_DISPLAY. Respectivamente, atribuo o valor true para uma e false para outra.

Com isso, os erros serão gravados em um arquivo de log, e não exibidos na tela. Esse arquivo se chama debug.log e fica armazenado em /wp-content. Se o Apache – ou o servidor web que estiver em uso – não tiver permissão de escrita, você precisará criar esse arquivo e definir a permissão apropriada que seria o 0666.

Veja um exemplo de código com essas opções ativadas:

Conclusão

Espero que com essas sugestões e exemplos você possa monitorar mais de perto os erros, trabalhar em suas correções e garantir uma melhor entrega de seus trabalhos.

Há outras formas de debugging no WordPress, assim como plugins que nos ajudam nesse quesito, mas por ora conhecemos um bom caminho.

Uma das grandes referências de WordPress no Brasil, entusiasta e evangelista da plataforma. Fundador e CEO da Apiki, empresa especializada no desenvolvimento web com WordPress.

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