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De Volta para o Futuro III – Carro Colaborativo

Artigo · Martech
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Como no filme, a trilogia de artigos “De Volta para o Futuro” chega ao fim. É com enorme pesar e saudade que me despeço do Delorean, meu fiel companheiro nessas viagens tecno-filosóficas.

Em homenagem ao Delorean, finalizo essa série de artigos com um texto cujo tema é dedicado a um carro do nosso presente que considero muito especial. O carro colaborativo.

Fonte: Info Online

O Delorean no meu tempo de criança representava literalmente o carro do futuro. Hoje, na minha fase adulta, deixo-o nas minhas lembranças do passado e dedico minha atenção ao presente, mais precisamente no Salão do Automóvel – 2010. Nele está exposto o Mio, o primeiro carro colaborativo.

Imagino, que vocês caros leitores estejam se perguntando qual a relação entre carro e colaboração? E lhes confesso que também fiz a mesma pergunta quando o li o título: Primeiro Carro Colaborativo é apresentado.

Obra do acaso, coincidência, sincronicidade, eu não sei. Só sei que quando li esta matéria sobre o carro colaborativo, não tive dúvida que ela seria o tema de conclusão da minha trilogia de Volta para o Futuro, pois ao mesmo tempo em que remete ao carro do futuro vem de encontro com a minha teoria de que o conceito de colaboração oferece um leque muito amplo de oportunidades (mencionei isso no artigo De Volta para o Futuro II O Fim do Livro de Papel).

Transcrevo abaixo a matéria com todos os detalhes sobre o carro colaborativo.

“A Fiat apresentou no último Salão do Automóvel, que aconteceu em São Paulo, o primeiro carro feito de forma totalmente colaborativa e pela fábrica brasileira da Fiat em Betim (MG), utilizando ideias de internautas para a concepção do veículo conceito.O Mio, também chamado de FCC III (Fiat Concept Carr III) recebeu, desde agosto de 2009, mais de dois milhões de visitas entre 160 países, onde 17 mil se cadastraram e mais de 10 mil ideias foram postadas. O projeto, embora já tenha sido concebido para o salão, ainda recebe sugestões dos usuários e a tendência é que as propostas mudem as concepções e tecnologias de futuros carros da montadora.”
“Acho que mais importante que o produto, está como a tecnologia nos ajudou a criar novos processos e a repensar algumas atividades”, diz João Veloso, relações públicas da Fiat para a América Latina. Recheado de propostas de alta tecnologia que ainda não estão disponíveis na indústria atual, o design moderno aposta na aerodinâmica das rodas cobertas por grandes calotas, pois é ali que o motor do carro se
encontra, e nos vidros que escurecem sozinhos.

Internamente, o modelo se inspira em um lounge os bancos foram inspirados em sofás para acomodar confortavelmente duas pessoas. Ele vem equipado com sistemas de integração de gadgets (como iPads e iPhone) e painel integral com tecnologia sensível ao toque.

Fonte: Info Online

Internamente, o modelo se inspira em um lounge os bancos foram inspirados em sofás para acomodar confortavelmente duas pessoas. Ele vem equipado com sistemas de integração de gadgets (como iPads e iPhone) e painel integral com tecnologia sensível ao toque.

Inspirado numa proposta onde os carros se comunicarão com vias inteligentes, o volante ganha outras formas passando a ter a função de uma central de comandos, mais próximo dos usuários que estão acostumados com os jogos de videogame atuais. Já as dimensões do veículo foram definidas em 1560 mm de largura, 1530 mm de altura e comprimento de 2500 mm.

 O modelo de propulsão do carro é ecológico, utilizando fibras e materiais reciclados na estrutura e baterias recarregáveis. Inclusive este item é um dos destaques do projeto.

 A bateria é um conceito. Ele é um carro elétrico, ou seja, as rodas são movimentadas/acionadas por eletricidade, mas tem um conceito de fonte de energia à escolha do cliente. É um módulo de energia que entra e sai por baixo do carro. Este módulo, que é intercambiável, pode ser composto de baterias de chumbo (mais baratas e com menor autonomia para pessoas que usam o carro apenas nas vizinhanças de casa até 20 km de raio 40 km de autonomia) ou até de baterias de lítio, para autonomias maiores, até 160-200 km.

 O módulo de energia pode também ser uma célula de combustível movida a hidrogênio ou etanol, que gera energia elétrica para o carro. O cliente então poderia adequar à sua necessidade, comprando por exemplo um carro sem as baterias e contratando este serviço da operadora de energia, por leasing ou por consumo de kWh. O módulo de energia permite também a troca rápida de baterias, dispensando a recarga longa em situações especiais, como por exemplo viagens mais longas.

 E para finalizar só poderia dizer o seguinte: O carro colaborativo, superou minhas expectativas em relação à aplicação do conceito de colaboração, realmente foi além do que imaginava e confesso que fiquei surpresa.

 BIBLIOGRAFIA:

 http://info.abril.com.br/noticias/blogs/bitnocarro/carros-do-futuro/primeiro-carro-colaborativo-e-apresentado/

 

 

 

Aluna especial do mestrado em Ciências Humanas e Sociais, da UFABC, cursando a matéria Propriedade intelectual, criatividade e políticas de inovação. Pós-graduada, em MBA com Excelência em Gestão de Projetos e Processos, pelo Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (2012). Formada em Ciência da Computação, pela FASP (2006) e Tecnóloga em Automação de Escritórios, pela Fatec-SP (2000). Trabalha atualmente na CAS Tecnologia, como Analista de Sistema, atuando como interface entre o cliente final e a área técnica efetuando o levantamento de requisitos, análise, elaboração da especificação funcional, casos de uso, diagrama de atividades, protótipos e desenho de fluxos de processos. Possui experiência na especificação funcional de projetos que incluem soluções de comunicação, dados, gerenciamento de operações, integração de software e interfaces. DESTAQUE: Participação em projetos de desenvolvimento de sistema para concessionárias de energia elétrica, desde distribuição e geração, envolvendo Energia Eólica e Energia Solar. Na CAS, trabalhou também como Analista de Qualidade, elaborando e executando planos de testes utilizando a estratégia de teste de caixa preta, com prioridade para as categorias funcionais, de desempenho, confiabilidade, usabilidade e segurança. Elaboração e execução de testes de regressão. Experiência na implantação e na homologação em ambiente de qualidade (Windows, Linux e AIX) de Sistemas Web utilizando Servidor Web Tomcat e Banco de Dados Oracle.

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