Em muitas empresas, a conversa sobre arquitetura de dados começa pela ferramenta. Alguém pergunta se o data warehouse ainda dá conta. Outro defende lakehouse. Um terceiro fala de catálogo, camada semântica, pipelines modernos, streaming, notebooks, plataforma de IA e mais uma lista de soluções que parecem resolver o futuro. Tudo isso pode ser importante. Mas,…
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Em muitas equipes, a conversa sobre segurança de APIs começa e termina rápido demais. Alguém pergunta se a API está protegida, a resposta vem quase automática: “sim, usa HTTPS, JWT, OAuth, API Gateway e validação de token”. Ótimo. Isso é necessário. Mas está longe de ser suficiente. Uma API autenticada ainda pode estar perigosamente exposta….

Durante anos, microsserviços viraram quase um selo informal de maturidade arquitetural. Em muitas empresas, basta o sistema crescer um pouco, os deploys começarem a incomodar e dois ou três times passarem a mexer na mesma base de código para a pergunta aparecer na mesa: “já não está na hora de quebrar isso em serviços?” A…

Todo time de engenharia mais experiente já viveu alguma versão da mesma situação: os dashboards estão verdes, a infraestrutura parece estável, a taxa de erro está sob controle, os traces não mostram nada dramaticamente fora do normal e, ainda assim, o produto começa a falhar para o usuário. Às vezes o checkout perde conversão. Às…

Todo líder técnico mais experiente já passou por alguma versão da mesma cena: uma sala cheia de post-its, setas, entusiasmo, pessoas de produto, tecnologia e operação finalmente “alinhadas”, e aquela sensação boa de que, agora sim, o time entendeu o fluxo inteiro. A foto do workshop fica ótima. O problema é o que acontece depois….

Durante anos, microsserviços viraram quase um selo informal de maturidade arquitetural. Em muitas empresas, basta o sistema crescer um pouco, os deploys começarem a incomodar e dois ou três times passarem a mexer na mesma base de código para a pergunta aparecer na mesa: “já não está na hora de quebrar isso em serviços?” A…

Toda arquitetura distribuída que envelhece um pouco começa a parecer a mesma fotografia: uma parte do ecossistema expõe REST, outra decidiu adotar GraphQL na borda, alguns serviços internos usam gRPC e, em paralelo, filas e eventos foram entrando para resolver integrações assíncronas. Isoladamente, cada escolha faz sentido. O problema aparece quando ninguém mais consegue explicar…

Durante bastante tempo, API-first pareceu uma resposta madura para um problema real. Em vez de improvisar integrações depois que o backend já estava pronto, os times passaram a pensar primeiro no contrato, alinhar estruturas de dados antes da implementação e reduzir parte do atrito clássico entre quem publica e quem consome APIs. Foi uma evolução…

REST virou padrão.. APIs em praticamente qualquer stack… É nesse momento que GraphQL deixa de parecer “alternativa interessante” e passa a merecer atenção

Encerrar uma coluna é menos sobre “terminar” e mais sobre amarrar aprendizados. Essa série nasceu para responder uma dor muito comum: gente estudando T.I.
