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Skype se torna alvo do cibercrime e preocupa Microsoft

Como o Skype está se tornando uma peça fundamental dentro da Microsoft, a quantidade de malwares direcionados à plataforma certamente aumentará, abrindo novos caminhos para a infecção de PCs corporativos.

Como o Skype está se tornando uma peça fundamental dentro da Microsoft, a quantidade de malwares direcionados à plataforma certamente aumentará, abrindo novos caminhos para a infecção de PCs corporativos.

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Na verdade, isso já começou, o que pode ser comprovado em relatos da semana passada que informam que o malware bancário Shylock foi atualizado e ganhou uma funcionalidade relacionada ao Skype. A novidade veio na forma de um plug-in, que permite ao código arbitrário enviar mensagens e arquivos maliciosos e se conectar a aplicações na web, sem que seja necessário exibir um aviso e solicitar a confirmação do serviço.

Desde a descoberta do Shylock pela CSIS Security Group, a Trend Micro identificou um malware relacionado, que foi batizado de “worm_phorpiex.jz”. Ele atua de forma semelhante ao Shylock e pode enviar mensagens contendo anexos que são cópias de si mesmo. Além disso, o código arbitrário pode se conectar a um servidor externo para baixar um malware e executá-lo no computador da vítima.

A Microsoft afirmou estar ciente das novas ameaças do Skype. “No momento, estamos ajudando a proteger os clientes bloqueando o malware conhecido como Shylock, Phorpiex e Bublik”, disse em um comunicado via e-mail. Vale lembrar que Bublik e Phorpiex são nomes alternativos para o mesmo malware.

Outras falhas de segurança já foram encontradas no Skype ao longo dos anos, mas a diferença é que agora o aplicativo está se tornando uma parte grande do portfólio de produtos da Microsoft. A empresa pagou US$ 8,5 bilhões pelo Skype em 2010, e planeja aposentar o seu serviço de mensagens instantâneas (IM) Messenger, tendo pedido aos usuários que migrassem para o Skype, que também possui uma plataforma IM.

Além disso, a Microsoft lançou uma rede comercial online voltada para pequenas empresas – a Skype in Workspace – e está trabalhando para integrar o Skype aos seus produtos corporativos e de colaboração, incluindo o SharePoint e Office.

Para os cibercriminosos, isso abre muitas portas para infectar um PC através do Skype. As características da plataforma são bastante atrativas para os cibercriminosos, incluindo suas conexões para plugins de terceiros – uma das brechas que Shylock explora. Além disso, o software inclui um navegador web, que é o alvo favorito de crackers. Em PCs, o Firefox e o Internet Explorer estão constantemente sob ataque.

Com informações de Computerworld

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