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Plataforma de Internet das Coisas para desenvolvedores é criada

Embora figure na lista das tecnologias do futuro há vários anos, a Internet das Coisas ainda não decolou.

Plataforma de Internet das Coisas para desenvolvedores é criada
Imagem: Redação iMasters

Um consórcio de pesquisadores de oito países, financiados pela União Europeia, está criando um novo ecossistema de negócios para tentar impulsionar a Internet das Coisas (IdC). Embora figure na lista das tecnologias do futuro há vários anos, a tentativa de conectar todos os aparelhos e qualquer tipo de objeto à Internet ainda não decolou.

O projeto COMPOSE está fazendo uma nova tentativa, agora com uma plataforma em nuvem que ajuda os desenvolvedores a navegar pelo ambiente caótico de um conceito que ainda não está claro para eles próprios, nem para os usuários e consumidores.

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COMPOSE é uma sigla em inglês para “Mercado colaborativo aberto para colocar objetos ao seu serviço”. O objetivo da iniciativa é permitir que os desenvolvedores criem aplicativos que forneçam serviços de IdC e os lancem rapidamente no mercado, sejam sistemas de compras a partir da geladeira, de informação do trânsito a partir do carro ou aplicativos para o monitoramento do consumo de energia e uso da água nas residências.

“Estamos dando aos desenvolvedores um balcão único onde é fácil projetar e implementar aplicações da Internet das Coisas, fornecendo blocos de construção para que eles possam criar seus próprios aplicativos”, explicou o coordenador do projeto, Benny Mandler.

Para ajudar, a equipe já desenvolveu bibliotecas de software que podem ser baixadas gratuitamente do repositório de código abertoOpen source71 conteúdosComo o Open Source Está Liberando o Poder da Automação para TodosDev (Back & Front) · out 2025Código aberto: programadores criam software da NASA sem saberDev (Back & Front) · abr 2021N8N: O que é a ferramenta open source que está revolucionando a automação em TI?Dev (Back & Front) · dez 2025Ver tudo em Dev (Back & Front) GitHub. A equipe está constantemente adicionando novos itens para que os programadores possam dispor de “objetos inteligentes” ou de módulos para dar inteligência aos seus próprios objetos.

A ideia é que os módulos e as bibliotecas possam ser combinados para criar rapidamente novos aplicativos, sem a necessidade de começar do zero.

O desafio agora é saber se a participação da comunidade de desenvolvedores conseguirá dar impulso próprio ao projeto, que oficialmente termina em outubro deste ano – o impulso inicial foi dado por 12 parceiros de seis países europeus, a maioria grandes empresas e universidades.

Com informações de Inovação Tecnológica

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