Pesquisadores provam que HTML5 pode ser usado para ocultar malware
As técnicas de ofuscação são baseadas em funcionalidades do próximo padrão HTML5, e podem ser alavancadas através das APIs HTML5 baseadas em JavaScript.

Um grupo de pesquisadores italianos, trouxe a público novas técnicas de ofuscação que podem ser utilizadas para enganar sistemas de detecção de malware e permitir que agentes maliciosos possam executar, de forma bem sucedida, ataques do tipo “drive-by download”.
O crescimento explosivo de malware é continuamente alimentado pela liberação de novas tecnologias para a web. De um lado, a padronização, os desenvolvedores de navegadores web e grandes empresas que operam na Internet estão disponibilizando a adoção de tecnologias que permitam o desenvolvimento de aplicativos “rich client” baseados na web.
Por outro lado, o surgimento dessas tecnologias está multiplicando as possibilidades de desenvolver malware, que são mais eficazes e mais difíceis de detectar do que no passado. Além disso, as técnicas de ofuscação dos pesquisadores são baseadas em algumas funcionalidades do próximo padrão HTML5↳HTML45 conteúdosA importância do HTML e CSS para quem trabalha com UI Design e Design SystemProduto & UX · dez 2024Como hostear seu site HTML gratuitamente com GitHub PagesDev (Back & Front) · jun 2025SQL Server – Como criar um versionamento de código das suas Stored Procedures em HTML e com comentários da alteraçãoData · nov 2020Ver tudo em Dev (Back & Front) →, e podem ser alavancadas através das várias APIs HTML5 baseadas em JavaScript.
Mas, enquanto a primeira fase é a mesma de antes (código malicioso é dividido em partes), a entrega e as fases consideradas como “deobfuscation” utilizam as APIs para evitar deobfuscação típica e os bem conhecidos padrões de projeção de malware. Além disso, as três técnicas apresentadas, fizeram com que o usuário acionasse a execução do código de preparação; distribuir o código preparação ao longo de vários processos simultâneos e independentes possibilita o funcionamento dentro do navegador; ou ainda, nesse contexto, há a possibilidade de delegar o desenvolvimento de um malware para as APIs do sistema.
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Com informações de Under Linux.org








