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Pesquisa aponta alvos de ciberataques em 2013

Ela foi realizada pelo Websense Security LabsTM, que divulgou sete previsões para o panorama de ameaças em 2013.

O Websense Security LabsTM divulgou as sete previsões para o panorama de ameaças em 2013. Veja abaixo os principais alvos dos cibercriminosos.

1. Os dispositivos móveis serão o novo alvo em ameaças de multiplataforma
As três maiores plataformas móveis que os cibercriminosos usarão como alvo são o Windows 8, o AndroidAndroid46 conteúdosAndroid push notifications com Quasar Framework, Firebase e integração com WordPressDev (Back & Front) · mai 2019O X do Xamarin Forms – O guia das funcionalidades nativas - Parte 02: AndroidDev (Back & Front) · abr 2019Modularização de AndroidDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em Dev (Back & Front) e o iOS. Isso será mais fácil com explorações de multiplataforma com base na web. Em 2013, as ameaças a dispositivos móveis da Microsoft terão as maiores taxas de crescimento. Os ataques também continuarão a usar cada vez mais iscas atrativas de engenharia social, de forma a capturar as credenciais dos usuários em dispositivos móveis.

2. Os cibercriminosos usarão métodos de desvio para evitar a detecção tradicional de sandbox
Muitas empresas já estão utilizando defesas de máquinas virtuais para testar malware e ameaças. Como resultado, os cibercriminosos vêm seguindo novos passos para evitar a detecção pelo reconhecimento de ambientes de máquinas virtuais. Alguns métodos potenciais tentarão identificar a sandbox de segurança, da mesma forma que ataques, no passado, tinham como alvo dispositivos de AV específicos e os desligavam. Esses ataques avançados permanecerão escondidos até que eles estejam certos de não estarem num ambiente de segurança virtual.

3. Lojas legítimas de aplicativos móveis hospedarão mais malware
Aplicativos maliciosos escapam cada vez mais por meio de processos de validação. Eles continuarão a representar riscos às organizações através do BYOD. Além disso, dispositivos desbloqueados/roteados e lojas de aplicativos não sancionadas colocarão risco significativo para empreendimentos que permitam mais políticas BYOD.

4. Ataques promovidos por governos aumentarão conforme a entrada de novos players
É esperado que mais governos entrem na guerra cibernética. Em vários eventos publicamente conhecidos dessa guerra, há vários fatores que contribuirão para direcionar mais países para essas estratégias e táticas. Se o esforço para se tornar uma superpotência nuclear é excessivo, quase qualquer país pode desenvolver o talento e os recursos para criar armas cibernéticas. Países e cibercriminosos individuais têm acesso aos planos dos ataques anteriormente patrocinados por Estados, como Stuxnet, Flame e Shamoon.

5. Ativistas hackers devem passar para um próximo nível conforme as oportunidades simplistas diminuam
Impulsionadas por eventos conduzidos por hackers amplamente divulgados nos anos anteriores, as empresas têm desenvolvido políticas, soluções e estratégias de detecção e prevenção cada vez melhores. Os ativistas hackers irão se movimentar em direção a um próximo nível de acordo com o aumento de sofisticação na segurança.

6. E-mails maliciosos estão de volta
Ataques de spear-phishing, programados e com alvos determinados, juntamente com um aumento dos anexos maliciosos por e-mail, vêm proporcionando novas oportunidades para o cibercrime. Os e-mails maliciosos retornarão. Algoritmos de geração de domínio irão ignorar a atual segurança, aumentando a eficácia de ataques com alvos determinados.

7. Os cibercriminosos acompanharão o público de forma a legitimar sistemas de gerenciamento de conteúdo e plataformas web
Vulnerabilidades em WordPress têm sido frequentemente exploradas por comprometimentos em massa. À medida que outros sistemas de gerenciamento de conteúdo (CMS) e plataformas de serviço crescem em popularidade, os criminosos irão realizar testes de rotina relacionados à integridade desses sistemas. Os ataques continuarão a explorar plataformas web legítimas, exigindo dos administradores de CMS maior atenção às atualizações, patches e outras medidas de segurança. Os cibercriminosos comprometem essas plataformas para hospedagem do malware, infectar usuários e invadir as empresas para roubar dados.

De acordo com Charles Renert, vice-presidente do Websense Security Labs, o ano de 2013 vai reforçar o fato de que as medidas tradicionais de segurança não são mais eficazes para combater os ciberataques. “As organizações e os provedores de segurança precisam evoluir em direção das defesas em tempo real mais pró-ativas, que impedem as ameaças avançadas e o roubo de dados”.

Com informações de Convergência Digital

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