Perdas da Telefônica podem chegar a R$ 12 milhões sem Speedy
O mercado já começa a fazer as contas de qual será a perda para a Telefônica caso a empresa demore muito tempo para estabilizar sua rede e poder voltar a comercializar o serviço de banda larga, o Speedy, hoje proibido pela Anatel.
“A perda de receitas não é muito grande. O pior é para a imagem da empresa”, afirmou Jacqueline Lison, do banco Fator. De acordo com ela, a operadora pode perder até R$ 12 milhões se ficar proibida de comercializar o serviço em três meses.
Para chegar a esse valor, o banco projetou a adição líquida de usuários dos períodos anteriores e as mensalidades que deixarão de ser recolhidas em um trimestre.
Mas a executiva salientou que o mercado não sabe o tempo de que a empresa irá precisar para cumprir a medida cautelar da Anatel. Entretanto, acredita que se for de apenas um mês, os concorrentes não terão tempo de traçar estratégia mais agressiva para ocupar o espaço da concessionária. “A demanda por banda larga em São Paulo continua ainda muito aquecida e é difícil que alguma empresa consiga fazer mais”, completou.






