Novidades do Red Hat Summit 2018
Conheças os principais anúncios realizados hoje, na Red Hat Summit 2018, que começou hoje, em São Francisco e que prometem impactar a vida dos desenvolvedores.

Este ano, o iMasters foi convidado para cobrir um dos maiores eventos de open source↳Open source71 conteúdosComo o Open Source Está Liberando o Poder da Automação para TodosDev (Back & Front) · out 2025Código aberto: programadores criam software da NASA sem saberDev (Back & Front) · abr 2021N8N: O que é a ferramenta open source que está revolucionando a automação em TI?Dev (Back & Front) · dez 2025Ver tudo em Dev (Back & Front) → do mundo, o Red Hat Summit, que acontece em San Francisco, Califórnia, de hoje a quinta-feira (10/05).
Jim Whitehurst, CEO da Red Hat, abriu a 14ª edição do Red Hat Summit falando um pouco do tema do evento neste ano: “we share, we grow!” (em português, “nós compartilhamos, nós crescemos”. O novo slogan aponta para o desejo da empresa de co-criar com os desenvolvedores do mundo todo, trabalhando para um melhor mais acessível.
Depois, Paul Cormier, presidente de produtos e tecnologia, subiu ao palco e fez um paralelo interessante entre a evolução do mundo da tecnologia e a da própria Red Hat. Desde os primeiros softwares, até a era da nuvem. “Antes da gente, já existia gente inovando por aí… Fazendo muito pelo mercado. Nós chegamos para agregar e inovar do nosso jeito. E estamos fazendo isso desde então com o que entendemos ser o melhor para o mercado: os softwares open source e a cultura da colaboração”.
O ponto alto do Red Hat Summit foi a execução, ao vivo, da implementação de uma nuvem híbrida, mostrando como distribuir cargas de trabalho em toda infraestrutura de nuvem. Dentre todos os anúncios da empresa, essa se mostrou a grande sacada. É a menina dos olhos da Red Hat para 2018 e a empresa conseguiu apontar, em questão de poucos minutos no palco, a importância de mesclar o que se tem de melhor da nuvem privada e da pública – e claro, como eles fazem essa mescla de forma exímia. Isso porque, de acordo com Cormier, a empresa tem o ecossistema adequado para essa transição: o Linux↳Linux34 conteúdosKali Linux em um Servidor VPS: como, quando e por que usar?DevSecOps · dez 2024Construindo um Windows Service ou Linux Daemon com Worker Service & .NET Core – Parte 2Dev (Back & Front) · jul 2020Criando uma WebApi utilizando .NET, Linux e VSCodeDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em DevSecOps → Foundation e as plataformas de nuvem + Kubernets + gerenciamento e soluções automatizadas.
“Ao ampliar nossa parceria com a Microsoft, podemos oferecer a plataforma Kubernetes de forma mais abrangente, fornecendo aos clientes a capacidade de aproveitar melhor a inovação em toda a nuvem híbrida sem sacrificar a estabilidade da produção”, pontuou Cormier.
Além disso, a empresa anunciou outras novidades para 2018 tão importantes quanto, como a parceria com a Azure, da Microsoft, para o desenvolvimento, implantação e manutenção de aplicativos em containers em toda nuvem pública.
O suporte da IBM ao OpenShift, numa tentativa de acelerar a adoção da nuvem híbrida foi outra grande revelação da empresa. Através do acordo, os clientes da IBM e da Red Hat podem agora:
- Maximizar seus investimentos em tecnologia existentes e movê-los com mais facilidade para a nuvem híbrida com o IBM Cloud Private e o Red Hat OpenShift servindo como base comum;
- Construir e implementar aplicativos em contêiner em uma única plataforma de contêiner integrada, o IBM Cloud Private, fornecendo uma visão única de todos os dados corporativos;
- Permitir que os desenvolvedores projetem, modernizem e implantem novos aplicativos mais rapidamente, aproveitando os serviços baseados em nuvem da IBM, como inteligência artificial↳Inteligência artificial440 conteúdosUX e IA: Transformando Experiências Digitais com Inteligência ArtificialProduto & UX · jan 2025MCP: O que é e por que você vai ouvir falar disso em breve?AI · jul 2025IA generativa e a urgência de reconstruir nossa relação com a verdadeAI · jun 2025Ver tudo em AI → (IA), Internet das coisas (IoT) e blockchain com o IBM Cloud Private no Red Hat OpenShift Container Platform.
Como parte do acordo, a IBM estenderá suas plataformas de nuvem privada (IBM Cloud Private e IBM Cloud Private for Data) e suas ofertas de middleware para a Red Hat OpenShift Container Platform como Red Hat Certified Containers.
E por fim, a integração do OpenShift com o CoreOS, em que a distribuição Atomic e o conteinar Linux conseguem conversar muito bem com o CoreOS. Isso permite a entrega de uma infraestrutura imutável e operações automatizadas do OpenShift.
Com operações automatizadas, as equipes de TI poderão usar as atualizações automatizadas do Tectonic em conjunto com a confiabilidade, o suporte e os amplos recursos de desenvolvimento de aplicativos do OpenShift. Isso facilita o gerenciamento de implantações do Kubernetes em escala, com a grande maioria das tarefas de manutenção executadas automaticamente, diminuindo a necessidade de ação constante do administrador e fornecendo uma abordagem de “apagar as luzes” para a supervisão do cluster.
“Acreditamos muito que a integração das tecnologias de automação do CoreOS com as soluções de infraestrutura da Red Hat redefinirá a nuvem híbrida, mesclando a simplicidade das implantações de nuvem pública com a segurança aprimorada da computação em nuvem privada”, afirmou Ashesh Badani, vice presidente e gerente geral da empresa no Red Hat Summit.
Ao longo do dia, várias palestras, roundtables e cases foram apresentados, envolvendo as tecnologias oferecidas pela companhia.
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