Levantamento da Adobe mostra que marketing online apresenta falhas para consumidores
Ele expõe novos insights sobre as opiniões de consumidores e profissionais de que o marketing tradicional ainda é mais eficaz do que o marketing online.
O estudo da Adobe Click Here: The State of Online Advertising revelou que o marketing digital↳Marketing digital4 conteúdosSEO por Elas 2025: Impulsionando e promovendo mulheres no Marketing DigitalMarketing Tech · fev 2025Por que ter um site ainda é relevante em 2025?Marketing Tech · fev 2025SoulCode Academy abre inscrições para cursos gratuitos de Martech e Java Full StackDev (Back & Front) · abr 2022Ver tudo em Marketing Tech → não tem atendido às necessidades dos consumidores. Realizado nos EUA, o levantamento expõe novos insights sobre as opiniões de consumidores e profissionais de que o marketing tradicional ainda é mais eficaz do que o marketing online.
De acordo com a pesquisa, dois terços dos consumidores acreditam que os comerciais de televisão são mais eficazes do que a publicidade online e que os banners não funcionam (54%). Além disso, 45% dos entrevistados preferem ver publicidade em sua revista favorita impressa, 23% enquanto assistem a seu programa de TV, em comparação aos 3% que preferem ver anúncios por meio de mídias sociais, e 0% em algum aplicativo móvel.
A publicidade online ainda é descrita como “irritante”, “perturbadora” e que “está em todo o lugar”. Enquanto o anúncio criado por profissionais é amplamente visto como a forma mais efetiva de publicidade, 27% dos executivos de marketing e 28% dos consumidores pesquisados acreditam que o conteúdo gerado pelo usuário é a melhor forma de publicidade online.
Para Ann Lewnes, diretora de marketing da Adobe, o estudo é um grande alerta aos profissionais de marketing. “Servir os clientes com conteúdo relevante, proporcionando experiências que são engajadoras ao invés de intrusivas pode mensurar o que está funcionando e o que não está. Quando os executivos de marketing começarem a dominar essas coisas, vamos virar uma página, pois os consumidores irão notar e nós começaremos a capitalizar”.
A maioria dos entrevistados que participou do estudo utiliza as mídias sociais. Mais da metade disse que se comunica com os seus gostos e interesses pessoais quando eles “curtem” uma marca ou produto, e 43% afirmam explicitamente que recomendam o produto aos seus amigos e famílias. No entanto, 53% gostariam que houvesse um botão de “não curtir” para expressar sua insatisfação com um produto. Ainda assim, o “curtir” chama a atenção: 29% dos consumidores comentam que ao “gostar” de algo geram um incentivo a fazer um “check-out” do produto. Apenas 2% dizem que a popularidade desse “botão” os leva a fazer uma compra.
Empresas que investem em sites de marcas de redes sociais e atividades também enfrentam uma difícil batalha, pois apenas 2% dos entrevistados acreditam na credibilidade das informações sobre uma marca de uma empresa presente nas redes sociais.
Quando solicitados a considerarem o valor de comercialização, mais de 90% dos consumidores e profissionais concordam que o marketing é estratégico para os negócios, e nove em cada dez também reconhecem ser fundamental para as vendas. Entretanto publicidade/marketing é classificado abaixo como uma profissão qualquer, como banqueiro (32%), advogado (34%) e ator/atriz (13%) pelos consumidores. Quando questionados se o marketing traz benefícios à sociedade, apenas 13% das pessoas concordam. Além disso, a maioria dos entrevistados, 53%, acha que marketing demais é “irrelevante”.
A pesquisa, que foi baseada em entrevistas com uma amostra nacionalmente representativa de mil consumidores e 250 profissionais de marketing, está disponível neste link (pdf). Um infográfico interativo está disponível para visualização aqui (vídeo).






