GPUs RTX 50 SUPER surge em fonte oficial e muda para quem roda IA
A novidade veio da Seasonic, fabricante de fontes, e revela o consumo das novas GPUs Blackwell. Para quem programa, treina modelos ou roda IA local.

A novidade veio da Seasonic, fabricante de fontes, e revela o consumo das novas GPUs Blackwell. Para quem programa, treina modelos ou roda IA↳Inteligência artificial440 conteúdosUX e IA: Transformando Experiências Digitais com Inteligência ArtificialProduto & UX · jan 2025MCP: O que é e por que você vai ouvir falar disso em breve?AI · jul 2025IA generativa e a urgência de reconstruir nossa relação com a verdadeAI · jun 2025Ver tudo em AI → local, esse dado importa bastante.
GPUs: Seasonic entrega a pista que faltava
A confirmação partiu da calculadora de fontes da Seasonic. Portanto, a informação carrega peso, já que vem de um parceiro direto do setor. Segundo a ferramenta, três modelos aparecem listados. Assim, a linha SUPER ganha contornos reais. Além disso, o dado de energia ajuda a estimar o porte de cada chip.
O consumo revela o tamanho real de cada placa
A RTX 5080 SUPER aparece com TDP base de 415W. Isso representa cerca de 13% a mais que a versão atual, que fica em 360W. Já a RTX 5070 SUPER sobe para 275W, ou seja, 15W acima da RTX 5070. Por outro lado, a RTX 5070 Ti SUPER mantém o mesmo consumo. Dessa forma, apenas dois modelos pedem mais fôlego da fonte.
VRAM e núcleos CUDA: onde o dev sente a diferença
Aqui mora o ponto que interessa a quem escreve código. A RTX 5080 SUPER deve saltar de 16 GB para 24 GB de VRAM GDDR7. Com isso, cargas pesadas de IA cabem melhor na placa. Além disso, a largura de banda maior acelera o acesso aos dados. Portanto, treinar e servir modelos locais fica mais viável no desktop.
A RTX 5070 Ti SUPER também pula para 24 GB. Assim, ela entrega até 10% mais desempenho. Já a RTX 5070 SUPER traz a mudança mais estrutural. Ela sobe de 12 GB para 18 GB e ganha 256 núcleos CUDA extras, totalizando 6.400. Como resultado, o ganho de performance chega a 12%.
Para quem roda inferência local, mais VRAM significa modelos maiores na memória. Da mesma forma, mais núcleos CUDA aceleram pipelines de treino e renderização.
A novela dos cancelamentos e o retorno silencioso da linha GPUs
No início de 2026, muitos davam a série como morta. Naquele momento, a crise global de memórias apertava o fornecimento. Por isso, a NVIDIA teria priorizado chips voltados à IA. Além disso, a baixa pressão da AMD reduzia a urgência do Time Verde.
Contudo, o cenário virou. A empresa passou a oferecer um pacote fechado de GPU e memória às parceiras. Com isso, o projeto voltou aos trilhos. Inclusive, surgiu um reforço inesperado: uma possível RTX 5060 de 12 GB, com 4 GB a mais que o modelo padrão.
Quando as placas devem aterrissar no mercado
Alguns leakers apontam estreia nos próximos meses. No entanto, o calendário mais provável mira o fim de 2026 ou o início de 2027. Assim, uma revelação oficial pode acontecer na CES 2027. Dessa forma, a NVIDIA estende a vida da arquitetura Blackwell. Enquanto isso, a futura geração Rubin segue no horizonte.
O que vale acompanhar antes de pensar no upgrade
Vale acompanhar de perto os saltos de VRAM. Afinal, eles definem quais modelos rodam sem estouro de memória. Além disso, o consumo maior pede atenção com a fonte do setup. Por fim, o preço final dirá se o upgrade compensa para o seu fluxo de trabalho. Enquanto o anúncio oficial não chega, monitorar cada vazamento ajuda no planejamento.
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Redação iMasters





