Flash, malware e ransomware são as principais ameaças online
Pesquisa revelou que Flash continua sendo um grande problema para os usuários.

Uma pesquisa da McAfee Labs revelou que o seu navegador é o principal vetor para distribuir malware entre máquinas.
O levantamento revelou que o Flash, da Adobe, que continua sendo um grande problema no lado dos usuários que são atingidos pelo duplo golpe de penalidades de desempenho e problemas de segurança.
Ataques baseados nele triplicaram no primeiro trimestre do ano, com criminosos se afastando do Java↳Java42 conteúdosNovidades do Java 26 (para desenvolvedores)Dev (Back & Front) · mar 2026Visual Studio Code para Java: o guia completo (dicas, configuração e extensões)Dev (Back & Front) · out 2025Quarkus: Modernizando a linguagem Java para a era da nuvemDev (Back & Front) · nov 2020Ver tudo em Dev (Back & Front) →, da Oracle↳Oracle22 conteúdosOracle lança Java 26 para aumentar produtividade de desenvolvedoresDev (Back & Front) · mar 2026Oracle oferece o primeiro cluster de computação em nuvem em escala ZettaDevSecOps · jan 2025Oracle abre inscrições para o ONE, programa gratuito de formação em tecnologia e inteligência artificialData · dez 2024Ver tudo em Data →, e do Silverlight, da Microsoft.
Mais de 40 novas vulnerabilidades Adobe Flash foram submetidos ao National Vulnerability Database no primeiro trimestre do ano, com correções emitidas pela Adobe no prazo de 24 horas.
O atual beta do Adobe Flash, versão 18, promete trazer várias correções para bugs e aprimoramentos relacionados a segurança, estabilidade, desempenho e compatibilidade com dispositivos.
A MacAfee Labs também identificou o ransomware CTB Locker como outra ameaça crescente (aumento de 165% no primeiro trimestre de 2015), que coage as vítimas a pagar um resgate, a fim de obter as chaves para os seus arquivos criptografados.
Malwares que podem interferir com o firmware de dispositivos de armazenamento foram outras potenciais ameaças identificadas pela unidade de negócios de segurança da Intel.
Ela constatou que o malware poderia ser usado para “reprogramar o firmware em SSDs”, e permaneceu persistente (e indetectável) mesmo com os discos tendo sido reformatados eo sistema operacional reinstalado.
Com informações de Techradar








