Debian abandona Xfce e restabelece GNOME como ambiente desktop padrão
Um motivo para a decisão poderia ser que o Xfce ainda conta com o antigo toolkit GTK+ 2, e a próxima versão não será baseada no GTK+ 3.
Em agosto, foi reportado que o Debian estava trocando o GNOME pelo Xfce como seu ambiente desktop padrão. Na época, o GNOME se tornou muito grande para caber em um CD para o próximo release, chamado de Debian Wheezy, segundo um desenvolvedor da distribuição Linux↳Linux34 conteúdosKali Linux em um Servidor VPS: como, quando e por que usar?DevSecOps · dez 2024Construindo um Windows Service ou Linux Daemon com Worker Service & .NET Core – Parte 2Dev (Back & Front) · jul 2020Criando uma WebApi utilizando .NET, Linux e VSCodeDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em DevSecOps →. É mais plausível que a queda da popularidade do GNOME tenha sido a razão real por trás da iniciativa.
Mas agora os desenvolvedores escolheram reverter essa decisão, tornando o GNOME o ambiente desktop padrão mais uma vez. Entretanto, desta vez, nenhuma razão foi dada.
Um motivo poderia ser que o Xfce ainda conta com o antigo toolkit GTK+ 2, e a próxima versão não será baseada no GTK+ 3. Ou pode ser que os desenvolvedores começaram a gostar do GNOME Shell, a interface introduzida com o GNOME 3 que foi bastante reformulada em relação à interface anterior.
Entretanto, o Xfce é mais leve que o GNOME, e essa diferença deve se tornar maior. Com a chegada do GNOME 3.8, não há mais modo fallback como no GNOME 2. Em vez disso, usuários serão forçados a usar o GNOME Shell, e nem o GPU (ou driver) consegue lidar com ele. Nesse caso, a interface será renderizada em software com LLVMpipe. O Ubuntu recentemente mudou para o LLVMpipe com o Ubuntu 12.10, o que não foi uma decisão popular para proprietários de sistemas low-end incapazes de rodar a interface acelerada 3D do Unity.
O Xfce permanece disponível para aqueles que preferem usá-lo.
Com informações de Neowin







