Cloud computing deve gerar 14 milhões de novos empregos no mundo até 2015
De acordo com um relatório que a Microsoft encomendou ao analista de Mercado IDC, a computação em nuvem↳Cloud30 conteúdosGerenciamento de infraestrutura multicloud com Kubernetes proporciona otimização e economiaDevSecOps · set 2021Vivo assina contrato para aquisição da IPNET e cresce em cloud computingDevSecOps · ago 20245 tendências da computação em nuvem para as empresasDevSecOps · abr 2022Ver tudo em DevSecOps →, ou cloud computing, vai criar 14 milhões de novos empregos em todo o mundo até 2015. O estudo também prevê que as receitas de inovação em nuvem podem chegar a US$ 1,1 trilhão por ano até 2015, o que, combinado com a eficiência da nuvem, irá direcionar um reinvestimento organizacional significativo, além do crescimento das ofertas de emprego.
No Brasil, a expectativa é de que o setor vai gerar empregos de maneira crescente ano a ano: 85.176 neste ano, 142.081 em 2013, 242.101 em 2014 e 414,178 em 2015. Os índices são superiores aos da Rússia e do Reino Unido.
Entretanto, segundo o estudo, o maior percentual de novos postos de trabalho ocorrerá em outros mercados emergentes, tais como China e Índia, que juntos devem produzir cerca de 6,8 milhões de postos de trabalho na área de computação em nuvem entre 2011 e 2015. A razão pode estar, em parte, no tamanho de suas forças de trabalho, e em parte no fato de que muitas empresas chinesas e indianas não estão vinculadas a grandes investimentos em sistemas legados. Aproximadamente 1,2 milhão de novos empregos nessa área serão criados nos EUA e no Canadá. Um dos primeiros a adotar a computação em nuvem, os EUA, respondiam, em 2011, por 62% dos gastos mundiais em serviços de nuvem pública em TI.
Além disso, a pesquisa revelou que o número de empregos gerados pela computação em nuvem será proporcional ao tamanho de cada indústria. Em alguns setores, como serviços profissionais e varejo, a alta porcentagem de empresas de pequeno e médio portes irá liderar a adoção. Outras áreas, como Serviços Financeiros e Segurança, irão desacelerar a migração para a nuvem pública, mas poderão aumentar a adoção de serviços de TI em nuvem privada. Em geral, espera-se que três indústrias gerem o maior número de empregos relacionados à nuvem: Telecomunicações e Mídia (2,4 milhões), Bancário (1,4 milhão), e Manufatura (1,3 milhão).
De acordo com Roberto Prado, diretor de Competitividade Nacional da Microsoft Brasil, uma das tendências é que as empresas estão usando software de colaboração baseado na nuvem (como o Office 365) não apenas para seus colaboradores internos, mas para compartilhar informações com parceiros e fornecedores (cadeia de valor). “Nossos clientes têm usado a nuvem como uma oportunidade para reexaminar seus modelos de negócio, melhorar a experiência de seus usuários e parceiros de negócios, além de economizar”, diz o executivo.
A pesquisa também mostrou que os governos podem influenciar o número de empregos criados pela computação em nuvem em cada país.
O estudo completo pode ser acessado neste link (pdf).







