AVG aponta que 2011 é o ano dos malwares para Android
O
ano de 2011 será propício para o crescimento de malwares na plataforma
Android↳Android46 conteúdosAndroid push notifications com Quasar Framework, Firebase e integração com WordPressDev (Back & Front) · mai 2019O X do Xamarin Forms – O guia das funcionalidades nativas - Parte 02: AndroidDev (Back & Front) · abr 2019Modularização de AndroidDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em Dev (Back & Front) →, como também ataques do tipo blackholes exploit kits. Por meio
da coleta de dados de mais de 120 milhões de usuários que integram a
comunidade AVG, a empresa, fabricante de softwares de segurança, foi capaz de identificar as ameaças mais atuais e gerar uma avaliação global sobre a segurança online.
“Tivemos
duas notícias, uma boa e uma ruim. A boa é que os cibercriminosos, pelo
menos até agora, não foram muito criativos e não inovaram na maneira de
atacar nossas comunidades, sites e redes. A má é que eles não precisam
necessariamente de criatividade, já que a maioria dos ataques não foi
inovado, mas sim, aprimorado. Ou seja, sai a criatividade e entra a
eficiência”, explica Mariano Sumrell, diretor de marketing da AVG
Brasil.
Um
levantamento divulgado pelo IDC estima que a venda de aparelhos
smartphones e tablets deverá ultrapassar a venda de computadores desktop
no país ainda este ano e que o Android vai assumir a liderança como o
sistema mais popular. Considerando que esses dispositivos estão tão
vulneráveis quanto os computadores, o ataque deve se tornar não novo e
desenvolvido, mas sim, fortificado.
O
ano de 2011 está com tudo para ser o ano dos malwares para Android. E,
apesar de o Google corrigir falhas em sua plataforma que pode ser
explorada por hackers, poucos usuários baixam atualizações em seus
dispositivos móveis, deixando-os vulneráveis às falhas que foram
corrigidas.
Também
não foi surpresa o aumento de campanhas maliciosas pela rede social
Facebook onde, por exemplo, pessoas mal intencionadas disponibilizam
links que prometem mostrar os visitantes de sua página, mas, na verdade,
instalam um malware.
O
aumento de Blackholes Exploit Kits, um “kit” desenvolvido por hackers
russos e que pode ser “licenciado”, também é preocupante. Os
cibercriminosos contaminam websites, atacando os usuários que acessarem
esses endereços infectados. Este vírus explora falhas de segurança nas
páginas para executar códigos maliciosos. “Por isso, os sites infectados
são, na maioria, sites legítimos e que foram atacados sem o
conhecimento dos responsáveis. Tais métodos foram recentemente usados
por criminosos para realizar ataques bem sucedidos contra o serviço
postal dos Estados Unidos e, sem dúvidas, podem ser repetidos”, comenta
Sumrell.
De
fato, em fevereiro deste ano, os Blackholes cresceram
consideravelmente, de algumas centenas a mais de 800 mil por dia. Isso
mostra a eficiência notável e o profissionalismo de criminosos que estão
investindo na estrutura e organização de suas operações. Essas
campanhas são bem planejadas, financiadas e, principalmente, altamente
rentáveis.
“Para
combatê-los não precisaremos apenas de medidas técnicas mais eficazes,
mas de usuários conscientizados, que saibam se prevenir e que, acima de
tudo, compreendam a importância da atenção às medidas de segurança
online.”, finaliza Mariano.







