América Latina tem pouca participação no mercado de M2M
A grande oportunidade para reverter esse cenário é a utilização do chip rfid nos veículos brasileiros a partir do dia 30 de junho.
De acordo com um estudo da Pyramid Research, a América Latina tem até agora a menor participação no mercado de M2M. A grande oportunidade para reverter esse cenário é a utilização do chip rfid nos veículos brasileiros a partir do dia 30 de junho.
Após passar por vários adiamentos, o Sistema de Identificação Automática de Veículos (Siniav), segundo o Conatran (Conselho Nacional de Trânsito), começa a ser instalado no final deste mês, com prazo final de conclusão para junho de 2015. Hoje, o governo nomeou o CPqD como o órgão de interoperabilidade entre os chips.
A consultoria acredita que o M2M terá um grande impulso com a nova lei, já que as operadoras negociam com as empresas responsáveis pelo monitoramento dos veículos. A Vivo é citada diretamente, pois fechou parcerias importantes no mercado.
Em termos globais, a projeção da consultoria é de que o volume de assinaturas M2M aumente quase quatro vezes entre 2010 e 2016, passando de 72 milhões de conexões para 282 milhões. Em 2010, elas representavam 1,45% de todos os assinantes móveis e devem chegar a 3,6% em 2016.
Com informações de Convergência Digital






