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73% dos cibercriminosos procuram alvos mais “baratos”, revela pesquisa

O estudo mostrou que 72% dos infratores não vão investir em ataques que não produzirão informações de alto valor a curto prazo.

73% dos cibercriminosos procuram alvos mais “baratos”, revela pesquisa
Imagem: Redação iMasters

Um estudo da Palo Alto Networks mostrou que os ladrões digitais, ao mesmo tempo em que procuram direcionar aplicações maliciosas para vítimas mais vulneráveis, também esperam ver os resultados desses ataques mais rápidos. Insistir por semanas tentando atacar o mesmo alvo não é o objetivo deles.

Intitulado Flipping the Economics of Attacks, o relatório, consultou 304 participantes na Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos. De acordo com o site Canal Tech, 79% dos entrevistados afirmaram estar envolvidos na comunidade de invasores.

O estudo mostrou que 72% dos infratores não vão investir em ataques que não produzirão informações de alto valor a curto prazo. Em média, um cibercriminoso desiste de prosseguir com seu ataque cerca de uma semana após ter direcionado a brecha de segurança à vítima. No geral, ataques contra sistemas considerados comuns levam 70 horas para serem concluídos, contra 147 horas de mecanismos mais robustos.

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“Os custos de computação diminuíram, e o mesmo aconteceu com os custos dos cibercriminosos para que se infiltrem em uma organização, o que contribui para o aumento do volume de ameaças e violações de dados”, afirmou Davis Hake, diretor de estratégia de segurança cibernéticaSegurança171 conteúdosCibersegurança no Brasil: 6 passos para sair da estagnaçãoDevSecOps · jul 2025O papel do CISO para transformar a cibersegurança em uma alavanca de reputação para as empresasDevSecOps · mar 2024Itaipu Parquetec e Exército Brasileiro realizam exercício de cibersegurança em BrasíliaDev (Back & Front) · set 2025Ver tudo em DevSecOps da Palo Alto Networks. “Entender os custos, motivações, lucros e encontrar maneiras de mudar o cenário dos custos será essencial para reduzir a quantidade de violações que temos diariamente e recuperar a confiança na nossa era digital”, complementou.

De acordo com Larry Ponemon, presidente e fundador do Ponemon Institute, que conduziu a pesquisa, os resultados jogam luz sobre a importância da prevenção de ameaças. “Com a adoção de tecnologias de segurança de última geração e uma filosofia de prevenção de violações, as organizações podem reduzir o retorno sobre investimento (ROI) que um adversário pode esperar, fazendo com desistam de realizar o ataque antes de concluí-lo”, destacou.

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