Fato: mesmo com antivírus, você ainda corre o risco
de pegar um vírus ou trojan bancário, ter suas senhas do internet
banking capturadas e seu dinheiro roubado. Quer saber por quê? Porque todos os dias novas variações de vírus e trojans são criados
pelos hackers e conseguem passar pela detecção dos antivírus, até que
eles sejam atualizados.
Que tal usar uma técnica fácil e grátis que complementa o antivírus,
não depende de atualizações e ajuda a proteger seu computador e seu
dinheiro?
Antes de mais nada, vamos relembrar como os hackers “pescam” suas vítimas na internet:
Sabe aqueles e-mails que circulam com poesias, declarações, slides, fotos ou vídeos? Os hackers enviam e-mails desse tipo, tentando convencer você a clicar em um link. E se você clicar no link, ao invés de ver fotos ou vídeos vai baixar um trojan!
E é aqui que a coisa fica interessante. O Windows diferencia os
tipos de arquivos pela “extensão”. A “.exe” é usada para programas executáveis e é a mais
crítica. Se você estiver baixando um programa de algum site, é normal
que a extensão do arquivo seja “.exe”.
Porém, se você clicou no link de um e-mail para ver, por
exemplo, o “vídeo da Maíra do BBB” e o navegador começa a baixar o
arquivo “maira.exe” em vez de “maira.wmv”, pode ter certeza que é
encrenca: trojan em vez de vídeo.
A parte boa é que a extensão “.exe” não disfarça sua natureza, ou
seja, sempre que você vir um arquivo ou link com essa extensão você já
sabe que deve tomar cuidado.
O perigo são os arquivos com extensões “camufladas”, ou seja,
extensões aparentemente “inocentes”, que têm uma função oficial
legítima mas que também podem conter programas executáveis. Por esse
motivo, são muito usadas pelos hackers para disfarçar os trojans.
Existem várias extensões que podem conter programas, mas as
mais usadas com o intuito de enganar os internautas são as seguintes:
- scr – proteção de tela do windows
- cpl – aplicação do painel de controle
- cmd – arquivo de comandos
- pif – arquivo de informação de programas
- bat – arquivo de comandos do DOS
Note que, diferentemente da extensão “.exe”, que é usada
frequentemente em downloads de programas, se você encontrar links
(principalmente em e-mails) apontando para arquivos com as extensões
acima, é praticamente certeza que sejam vírus ou trojans.
Resumindo: para aumentar sua proteção contra trojans bancários você
deve bloquear downloads de arquivos com as extensões SCR, CPL, CMD, PIF
e BAT.
Chega de teoria, vamos colocar a mão na massa: como configurar o InterApp Control Freeware
para bloquear o download de arquivos potencialmente perigosos? Não
poderia ser mais fácil: adicione uma regra para cada extensão a ser
bloqueada e pronto.
.scr .cpl .cmd .pif .bat

Com o InterApp Control configurado e ativado,
entenda como o bloqueio funciona: no momento em que você clica em um
link malicioso, o Internet Explorer abre uma janela com o progresso do
download e o nome do arquivo sendo baixado no seu título.
No exemplo abaixo, tirado de um trojan real e ainda ativo quando
este tutorial foi escrito, o título é 0% de albumPicasa.scr de
www.tanoto-foundatio

O InterApp Control compara cada uma das regras
configuradas com o título da janela. Se encontra uma correspondência,
imediatamente fecha a janela e o download é cancelado.

Simples, não? Como você viu, o InterApp Control faz
muito mais do que apenas bloquear sites e programas, como Orkut e MSN.
Neste exemplo, ele foi usado como ferramenta de proteção auxiliar
contra vírus e trojans que chegam por e-mail para capturar senhas e
roubar contas bancárias.
Com as configurações corretas, você pode evitar alterações na
configuração do Windows, bloquear anexos, proteger pastas e arquivos,
bloquear o uso da impressora e muito mais. Basta você criar regras que
coincidam com o título da janela que você quer fechar.
Se você tiver alguma dúvida ou alguma dica bacana, não guarde só
pra você, compartilhe conosco nos comentários. Vamos contribuir para
deixar a Internet um pouquinho mais segura para todos nós!
É isso. Para baixar o InterApp Control basta clicar aqui.







