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Tecnologia e educação: alicerces para uma sociedade evoluída e avançada

Se tomarmos como base toda a história do desenvolvimento
humano, o que dita o crescimento da sociedade, principalmente na era em que
vivemos, é a tecnologia. Nesse caso, não tratamos apenas dos avanços cada vez
mais high techs. Assim como os primórdios, como no domínio do fogo e da roda,
que foram descobrimentos, os princípios da tecnologia foram fundamentais para a
evolução da raça.

Dessa forma, é correto afirmar que a tecnologia move a
cidadania, que é um termômetro para a evolução da sociedade. E, quando trazemos
esse avanço para a educação, outro fator crucial para o desenvolvimento humano,
esbarramos em diversos pontos um tanto quanto retrógrados.

A internet pode ser considerada uma grande biblioteca
pública, na qual em alguns cliques podem-se fazer pesquisas aprofundadas sobre
variados assuntos, sem levar aquela eternidade de tempo de ir até um local
físico, procurar os livros certos, o tema, a página correta, e mais uma série
de trâmites. Claro, entre milhões de informações que circulam na internet,
sempre há aquelas infundadas e errôneas. Há que se ter um discernimento para
efetuar a pesquisa e o embasamento, mas nada que passe a imagem de insegurança
e de fonte não válida de pesquisa, como muitos educadores ainda pregam.

Então levantamos um ponto: se nosso cotidiano é tão
avançado, inclusive com essa imensa biblioteca virtual presente na
palma da mão da sociedade, através de smartphones e tablets, ou até mesmo de
notebooks, PCs, televisores e onde mais se acompanhar, como podemos limitar uma
geração a usufruir essas facilidades, que assim como o fogo e a roda nos
primórdios vieram para auxiliar nosso desenvolvimento?

Nosso ponto de embate é claro: nossos educadores precisam
estar mais a par das novas tecnologias, usá-las a favor, e não temê-las. 
É necessário tomar conhecimento desses avanços. Alunos, jovens de oito, dez,
quinze anos, já estão mais do que acostumados a mexer nesses aparelhos. Dominam, de forma intuitiva e não especializada, mas são detentores dessas tecnologias,
e tudo o que querem é poder desfrutá-las também no ambiente escolar. No
entanto, o temor que existe entre os professores de estar atrás dos alunos no
domínio desses benfeitores aparelhos faz com que sejam prontamente
descartados.

Assim, é preciso que haja incentivos aos educadores,
movimentos que passem pelo Estado, pelas escolas, ou até mesmo pelo próprio
professor. A tecnologia está à disposição, é necessário usá-la, mas também é
preciso estar disposto a entendê-la, ir ao encontro a esses novos
conhecimentos. 

Com isso, o mercado já se movimenta e algumas empresas veem
essa disparidade atual entre educação e tecnologia, e se preocupam em agregar
valor aos aparelhos. Ao embarcar conteúdo nessas novas tecnologias, elas levam
ao professor uma certeza maior de que ali há informações embasadas, que possuam
seus devidos créditos e certificações teóricas – não apenas uma série de
informações em um portal da internet. Tudo de forma mais clara, para que o
professor possa passar o conteúdo, levando a dinâmica tecnológica para a sala
de aula.

Ou seja, educação e tecnologia são alicerces para uma
sociedade evoluída e avançada. A tecnologia é um meio de guiar e desenvolver a
educação, um modo de facilitar o acesso à informação e de incluir o país em um
contexto mais social. Para o desenvolvimento em bons níveis de cidadania, é
necessária uma sincronia entre ambas. As ferramentas estão todas aí, a
tecnologia não pára, agora é preciso alavancar a educação por uma sociedade
melhor.

é Sócio Diretor da TSP, empresa que lançou o Mega Play Box – plataforma que traz conteúdo educacional, de entretenimento e cultura aos computadores de todo o Brasil.

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