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Aparelho oferece configuração equilibrada e o Jelly Bean por 749 reais

Com um design inspirado em outros modelos da linha Razr, o smartphone D3 é a aposta da Motorola para o mercado intermediário. Com opções que aceitam um ou dois chips,…

Aparelho oferece configuração equilibrada e o Jelly Bean por 749 reais
Imagem: Info Online

Com um design inspirado em outros modelos da linha Razr, o smartphone D3 é a aposta da Motorola para o mercado intermediário. Com opções que aceitam um ou dois chips, o Razr D3 pode se firmar como um dos melhores aparelhos com dois chips do mercado brasileiro. Vendido por 799 reais (versão dual SIM), o pequeno smartphone traz o Android Jelly Bean (4.1). No lançamento do aparelho, a Motorola fez uma promessa de atualização pra a versão 4.2. Claramente é uma medida para acalmar os ânimos dos consumidores, já que a política de atualização da fabricante não era das mais satisfatórias. Aparelhos como o Razr e Razr Maxx, que foram atualizados para o Jelly Bean em dezembro de 2012 nos EUA, ainda não receberam essa versão no Brasil.

Com um processador dual core de 1,2 GHz e 1 GB de RAM, o Razr D3 oferece uma ótima relação entre custo e benefício. Durante os testes do INFOlab, rodamos as principais aplicações do aparelho simultaneamente e, até em jogos mais pesados, como o Dead Trigger, rodaram sem travamentos ou engasgos. Em raros momentos há uma lentidão, mas nada fora do comum entre os smartphones intermediários.

Benchmark Quadrant (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

LG / Optimus L5

1.483

Sony / Xperia J ST25a

1.844

Motorola / Razr D3

3.389

Samsung / Galaxy SIII Mini

2.895

Benchmark AnTuTu (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

LG / Optimus L5

2.849

Sony / Xperia J ST25a

3.755

Motorola / Razr D3

7.661

Samsung / Galaxy SIII Mini

6.716

Nos benchmarks, a força do D3 se confirma. No Quadrant ele atingiu 3.389 pontos, superando o Galaxy S III mini e o Xperia J, que atingiram 2.895 e 1.884 pontos, respectivamente. O destaque são os 7.661 pontos obtidos no AnTuTu, que superava inclusive o Razr i, um dos melhores intermediários já testados pelo INFOlab, que na época de seu lançamento atingiu 6.186 pontos. Com a atualização, no entanto, o aparelho passou a somar 13.587 pontos.

O aparelho também é servido com um bom pacote de conexões. Além da rede de dados 3G, há Wi-Fi, Bluetooth 4.0, GPS com A-GPS e NFC. Apesar de não contar com uma saída HDMI, comum em outros aparelhos da linha, há como transferir conteúdo para outros dispositivos por DLNA. Nestes casos, a GPU PowerVR SGX 531 fez um bom trabalho. Infelizmente, o player nativo só é compatível com os formatos de vídeo MP4, H.263, H.264 e WMV, mas todos rodaram em 1.080p nas telonas sem engasgos.

Com 4 polegadas e resolução FWVGA (854 por 480 pixels), a tela do Razr D3 oferece boa fidelidade nas cores e bom brilho. Por outro lado, a resposta aos toques é mediana, reconhecendo 4 dedos no Multitouch Tester. Na prática, isso significa que há aparelhos mas precisos, o que faz a diferença em aplicativos de criação e edição de imagem, anotações ou cliques muito certeiros. Por outro lado, não observamos nenhum problema ou inabilidade para reconhecer o toque em nossa avaliação.

Os ângulos de visão são inferiores aos oferecidos pelo Razr i, bem como o brilho. No D3, a tela atingiu 388 lúmens em nossas medições, enquanto o Razr i atingiu 480 lúmens. Mesmo que ela ofereça uma qualidade geral inferior, o resultado está acima de outros concorrentes, com resolução inferior e cores mais lavadas.

A memória interna do D3 é de 4 GB, o que faz da entrada para cartões microSD um item obrigatório. O aparelho aceita cartões de até 32 GB.

Fonte: http://info.abril.com.br/reviews/smartphones/motorola-razr-d3.shtml

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