Empresas de todos os
portes já descobriram as vantagens de adquirir sistemas de TI que
facilitem suas atividades. Tanto que o aumento de serviços nesse setor
está crescendo em todo o mundo. Segundo o Gartner, a expectativa é que
sejam gastos 817,9 bilhões de dólares no setor somente este ano, o
que representa um crescimento de 4,6% no mundo.
O
Brasil está seguindo essa tendência, o mercado brasileiro de TI terá
crescimento de 13% em 2011, somando aproximadamente 39 bilhões de
dólares em investimentos, segundo a consultoria IDC. Nos dias atuais, é
impossível pensar em uma empresa que não invista em sistemas de TI. E a
previsão dessas empresas é aumentar ou manter esses volumes de
investimentos.
A
alocação de profissionais ou a contratação do desenvolvimento externo
de sistemas são as duas formas de terceirização mais conhecidas. Com a
alocação de profissionais, a gestão do desenvolvimento do sistema fica
por conta da empresa contratante. Já com a contratação de uma fábrica de
software para o desenvolvimento do sistema, a empresa contratada deve
entender a necessidade do cliente, definir o escopo, desenvolver e
entregar o sistema pronto, ficando responsável por toda a gestão.
Contudo,
cada empresa tem uma necessidade específica, pois é possível
terceirizar os serviços para realizar desde pequenas manutenções até o
desenvolvimento de grandes projetos. Em certos casos, é necessário
combinar alocação de profissionais com projetos de fábrica de software.
Para
não sobrecarregar os funcionários e comprometer o crescimento da
atividade fim das empresas, uma das alternativas adotadas é a
terceirização dos serviços da área de TI. Essas empresas obtêm inúmeras
vantagens, pois conseguem alavancar desenvolvimentos de sistemas, cujos colaboradores internos não conseguem atender, por estarem com
as atenções voltadas para o core business da organização.
Com
a terceirização, os gestores não precisam selecionar, contratar,
qualificar e posteriormente demitir. Não há necessidade de passar por
todo esse processo burocrático. A terceirização permite que haja um
profissional capacitado para desenvolver o projeto, mas sem o ônus
desses processos.
Claro
que os cenários são variados e que não há nenhuma pesquisa que comprove a
redução dos valores, mas com a contratação de uma empresa de alocação,
esses serviços estão sob responsabilidade da empresa contratada.
Quando
a empresa opta por alocar profissionais, na maioria das vezes, é porque
não há especificações necessárias ou elas mudam com rapidez.
A
outra forma de terceirização, que é contratar uma empresa para
desenvolver o sistema, tem a vantagem da gestão do projeto ficar sob
responsabilidade da empresa contratada. Assim sendo, ela gerenciará e
desenvolverá o projeto dentro do prazo e orçamento definidos.
Nesse
caso, exige-se uma especificação clara dos serviços com um alto grau de
precisão. Mesmo assim, é importante que o cliente acompanhe a gestão,
geralmente por meio de reuniões semanais e relatórios, assim como a
atualização do cronograma e ajustes de prioridades.
Tanto
na alocação de profissional quanto na contratação de uma fábrica de
software, deve existir uma relação de confiança entre as partes.
Analisar o currículo da empresa e sua história é fundamental, mas o
contato com clientes e visitar a empresa fazem toda a diferença.
As
variáveis que permitem decidir um caminho ou outro nem sempre são
financeiras, têm a ver com organização interna das empresas, capacidade
de gerenciamento e principalmente comprometimento.
As fronteiras são sempre sutis, mas aqui vão algumas dicas na hora da escolha:
- Quando determinar se o projeto deve ser desenvolvido internamente ou por equipe externa?
-
Quando a especificação, detalhamento, desenvolvimento e gerenciamento do projeto não podem ser realizados pela equipe interna.
Uma
vez decidido que o projeto a ser desenvolvido deverá ser terceirizado,
deve-se definir a forma de terceirização, alocação de profissionais ou
fábrica de software, considerando os seguintes aspectos:
- Espaço físico disponível.
- Softwares e hardwares necessários.
- Prazo de entrega.
- Disponibilidade de gestão.
-
Custo do serviço.
Cada caso merece uma atenção especial por se tratar de uma venda consultiva.







