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Vulnerabilidade zero-day quebra criptografia do iMessage

Pesquisadores criaram software que imita um servidor da Apple, e interceptaram um iMessage criptografado com um link para foto armazenada no iCloud.

Vulnerabilidade zero-day quebra criptografia do iMessage
Imagem: Redação iMasters

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, liderada pelo Professor de Ciência da Computação Matthew Green, descobriu uma falha zero-day na criptografia do iOSiOS38 conteúdosO X do Xamarin Forms – O guia das funcionalidades nativas – Parte 01: iOSDev (Back & Front) · abr 2019Desenvolvedores: Apple libera terceiro beta do iOS 12.4Dev (Back & Front) · mai 201910 bibliotecas que todo desenvolvedor iOS deve substituir ainda em 2024Dev (Back & Front) · out 2024Ver tudo em Dev (Back & Front) que permite que os invasores quebrem a criptografia do iMessage.

Ainda não há muitos detalhes sobre a vulnerabilidade, e eles não serão divulgados até que a Apple corrija a falha. De acordo com o Washington Post, a empresa disse que o problema foi parcialmente corrigido no iOS 9, mas será completamente removido no iOS 9.3, que está programado para ser lançado hoje.

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A equipe de Johns Hopkins conseguiu executar um ataque bem sucedido, tendo como alvo iPhones que ainda não estão usando a versão mais recente do sistema operacional móvel.

Eles desenvolveram um software que imita um servidor da Apple, e interceptaram um iMessage criptografado que continha um link para uma foto armazenada no servidor iCloud da Apple e uma chave de 64 dígitos para decifrar a foto.

Os algarismos e as letras na chave não são visíveis, mas a vulnerabilidade permitiu que os pesquisadores enviassem repetidamente chaves de teste de volta para o telefone, e ele aceitava dígitos ou letras adivinhadas e rejeitava os que não estavam corretos. Depois de um grande número de suposições, eles descobriram/compilaram chave inteira.

O professor Green observou que uma versão modificada do ataque também funcionaria em sistemas operacionais posteriores, mas que apenas atacantes altamente qualificados suportados por Estados-nação poderiam executá-la.

De acordo com um tweet publicado por um dos pesquisadores da equipe, a vulnerabilidade descoberta não está em como a Apple armazena ou criptografa anexos.

“Até mesmo a Apple, com todas as suas habilidades – e eles têm criptógrafos fantásticos – não foi capaz de perceber essa falha. Então, me assusta o fato de estarmos tendo essa conversa sobre a adição de back doors de criptografia quando não podemos sequer começar direito com a criptografia básica”, Green observou, referindo-se à discussão trazida a público sobre a batalha legal entre o FBI e a Apple no caso do tiroteio San Bernardino.

Com informações de Help Net Security

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