URLs com ameaças de phishing e links suspeitos aumentam na web
A fabricante de vírus McAfee divulgou um estudo analisando as ameaças mais perigosas encontradas na Internet no primeiro trimestre de 2014.
A fabricante de vírus McAfee divulgou um estudo analisando as ameaças mais perigosas encontradas na Internet no primeiro trimestre de 2014. E a constatação é de que os golpes online, como phishing e malware, aumentaram em relação aos três últimos meses de 2013.
Nos dados sobre phishing, houve um crescimento de 30% no período. Os Estados Unidos lideram o ranking de países que originam mais links suspeitos, sendo responsáveis por 55% dos casos, enquanto apenas 2% deles são do Brasil.
O número de URLs suspeitas apresentou um crescimento recorde, chegando a 18 milhões de casos – 19% a mais do que o último trimestre de 2013. O número de spam aumentou 34%, atingindo 7,5 trilhões de mensagens – dados muito superiores aos de e-mails legítimos, que segundo a McAfee é de 2 trilhões.
Uma das fontes de malwares mais comuns nos últimos meses foram clones do jogo Flappy Bird. O aplicativo foi desativado em fevereiro de 2014, o que levou à criação de vários apps similares. A McAfee analisou 300 cópias diferentes e encontrou códigos suspeitos em 77% dos aplicativos.
Os problemas dos “clones” do app variavam entre fazer chamadas sem a autorização do usuário, ler, enviar ou deletar mensagens de SMS e até mesmo instalar novos aplicativos.
Outra descoberta da McAfee foi um novo recurso das botnets, que agora seriam capazes de minerar moedas virtuais, como bitcoins, usando recursos dos computadores infectados. A empresa de segurança alerta que esse método não é eficaz, já que para minerar uma quantidade significativa seria necessário usar muita memória, o que revelaria o vírus.
A McAfee também alerta para o aumento no número de casos registrados de rootkit – um tipo de código malicioso que esconde certos tipos de atividades no sistema operacional. O número de casos havia caído no final de 2013 e um dos motivos seria a maior segurança da arquitetura de 64 bits, mas os casos voltaram a crescer neste ano.
Com informações de Techtudo







