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Startup formada por estudantes da Unifametro cria software para evitar raptos em escolas

Startup formada por estudantes da Unifametro cria software para evitar raptos em escolas
Imagem: Redação iMasters

Estudantes dos cursos de Sistemas da Informação e Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Centro Universitário Fametro (Unifametro), de Fortaleza, idealizaram um software que tem como objetivo amenizar os índices de raptos de alunos nas escolas. Intitulado “Projeto Duareira”, o software, que funcionará em colaboração com as câmeras das instituições, vincula o rosto de um aluno aos de seus respectivos responsáveis e emite rapidamente um alerta, com mensagem e foto, caso ele esteja saindo sozinho ou acompanhado por algum estranho.

Darueira é um projeto criado pela startup Dev Crafters, formada por estudantes da Unifametro e apoiada pela Instituição. Fabrício Oliveira, um dos integrantes da startup, explica que a ideia surgiu durante uma aula de Lógica de Programação na IES.

“O nosso professor e mentor, Sandro Mesquita, propôs que formássemos uma equipe para abordar uma problemática. A partir daí decidimos criar um sistema de reconhecimento facial que auxiliasse as escolas a prevenir casos de sequestro, devido aos frequentes desaparecimentos de crianças e adolescentes. Ao longo do processo, desenvolvemos o sistema visando ajudar as escolas a proteger suas crianças contra essas pessoas mal-intencionadas”, detalhou o estudante.

Utilizando inteligência artificialInteligência artificial440 conteúdosUX e IA: Transformando Experiências Digitais com Inteligência ArtificialProduto & UX · jan 2025MCP: O que é e por que você vai ouvir falar disso em breve?AI · jul 2025IA generativa e a urgência de reconstruir nossa relação com a verdadeAI · jun 2025Ver tudo em AI , o sistema é capaz de reconhecer o aluno e o adulto que está acompanhando ele no horário de saída da aula e informa se o acompanhante foi previamente cadastrado no sistema. Caso a resposta seja negativa, a escola e os pais da criança são alertados automaticamente por meio de mensagem no aplicativo Telegram, SMS e  e-mail com a foto do rosto do possível sequestrador.

Para o professor Sandro Mesquita, apesar do caráter social, o projeto tem grande possibilidade de virar produto e ser comercializado. “Observando o auto valor das câmeras comerciais com sistema de reconhecimento facial integrado, o projeto Duareira também é uma solução financeiramente acessível às escolas, uma vez que integra, por meio de um computador, as câmeras já instaladas, sem a necessidade de investimento em novos equipamentos, tornando mais acessível a tecnologia até mesmo para as escolas públicas”, afirmou. Segundo Fabrício, o software ainda está na fase alpha, passando por ajustes, dentre eles o teste de novas funcionalidades.

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