Segundo pesquisa, de todos malwares móveis, 96,5% são voltados para Android
Foram detectadas mais de 1.800 novas famílias distintas de vírus em 2013.
Uma pesquisa realizada pela empresa de segurança Fortinet, 96,5% de todo malwares móveis do mundo são voltados para o Android↳Android46 conteúdosAndroid push notifications com Quasar Framework, Firebase e integração com WordPressDev (Back & Front) · mai 2019O X do Xamarin Forms – O guia das funcionalidades nativas - Parte 02: AndroidDev (Back & Front) · abr 2019Modularização de AndroidDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em Dev (Back & Front) →.
No ano passado, foram detectadas mais de 1.800 novas famílias diferentes de vírus, a imensa maioria para Android, segundo a pesquisadora sênior de antivírus do Laboratório FortiGuard, Axelle Aprvrille. “O crescimento não mostra sinais de desaceleração, pelo contrário, parece estar aumentando cada vez mais. Quanto mais dispositivos baseados em Android são comprados, maiores serão as oportunidades de infecções também”, afirmou a especialista.
Muitos usuários do sistema operacional estão usando seu primeiro smartphone, e não são familiarizados com a Internet, elevando o risco de ataques. As opções de aparelhos, centenas delas com baixo custo, impulsionam a adoção e, consequentemente, as companhias que adotam a abordagem de “traga seu próprio dispositivo” (BYOD) para uso dos aparelhos no ambiente corporativo devem acender o alerta.
Entre os outros sistemas operacionais, o Symbian ficou com o segundo lugar, com 3,45%, e o iOS, BlackBerry, PalmOS e Windows, juntos, não chegaram a 1% das ameaças móveis de 2013.
O botnet mais “produtivo” do ano foi o ZeroAccess. No início de 2013, o FortiGuard Labs já havia alertado sobre o ZeroAccess e sobre como seus controladores foram acrescentando sistematicamente cerca de 100 mil novos casos de infecção por semana, por meio das quais cibercriminosos se apropriaram de playbooks de corporações. “Detectamos versões de 32 e 64 bits, do ZeroAccess, sendo usadas para cometer fraudes”, contou Axelle.
Entre os malwares, o trojan ZeuS levou o primeiro lugar do ano passado, com 20 milhões de tentativas de infecção. Ele apareceu pela primeira vez nos computadores em 2007, e ainda continua presente.
Já entre vulnerabilidades zero-day, 14 permanecem sem correção. Em 2013, o FortiGuard descobriu e divulgou 18 novas falhas desse tipo, 12 das quais permanecem sem correção. A maioria dessas vulnerabilidades foram classificadas como importantes ou críticas.
Com informações de Information Week







