Ranking global de desenvolvedores de softwares tem China e Rússia como líderes
O Brasil ficou em 38º no ranking geral e não se classificou entre os cinco primeiros lugares de nenhuma das 15 áreas testadas.

Em um desafio global de programação proposto pela plataforma HackerRank, foi revelado que os desenvolvedores de softwares mais talentosos se concentram na China, seguida por Rússia e Polônia.
Os chineses se destacaram nos desafios baseados em matemática, programação funcional e estrutura de dados, atingindo uma média de 100% de sucesso. O segundo lugar foi ocupado pelos russos, que se mostraram melhores com algoritmos e obtiveram um rendimento praticamente igual, de 99,9%.
Embora tivessem a maioria dos participantes, os Estados Unidos ficaram na 28ª posição, com 78% de média de sucesso. A Índia, atualmente o país com maior taxa de crescimento em profissionais de TI, também apresentou um desempenho menor do que o esperado, ocupando a 31ª posição, com 76% de sucesso.
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A HackerRank começou a apresentar desafios de programação em 2008. Os fundadores, engenheiros com experiência na Amazon e na IBM, idealizaram uma plataforma que concentrasse as pessoas mais talentosas da área para possíveis recrutadores, além de oferecer um espaço para prática e aprendizado de programação.
Os desafios englobam 15 áreas de teste com mais de 35 linguagens de programação. A área mais procurada é a dos algoritmos, que reúne 40% de todos os participantes.
De acordo com o divulgado pelo site Canaltech, desafios de Java e estruturas de dados foram completados por apenas 9% dos participantes. Os de inteligência artificial ficaram entre os 10 mais procurados, com 2,9% de testes completos. Já os de sistemas distribuídos e de segurança ocuparam a última posição.
A China dominou três das 15 áreas, o que pode ser explicado pela cultura extremamente competitiva do país, que estimula jovens a entrarem no universo da programação e competições globais. A Polônia liderou os desafios de Java e a França, os de C++, enquanto o Japão conquistou o melhor lugar em inteligência artificial e a Ucrânia, em desenvolvimento de softwares de segurança.
O Brasil ficou em 38º no ranking geral e não se classificou entre os cinco primeiros lugares de nenhuma das 15 áreas testadas.





