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Primeiro processador criptográfico produzido no Brasil é registrado pelo INPI

O Cripto Processador Seguro (CPS) foi desenvolvido em parceria entre a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e Kryptus Segurança da Informação S/A.

Primeiro processador criptográfico produzido no Brasil é registrado pelo INPI
Imagem: Redação iMasters

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Financiado pela Finep e com tecnologia brasileira, o projeto do Cripto Processador Seguro “surgiu da necessidade de se elevar os níveis de segurança em equipamentos críticos para patamares diferenciados”, segundo o gerente de negócios da RNP, Celso Capovilla. “No Brasil, não havia nenhum processador nesse nível, e mesmo no resto do mundo existiam poucos países que detinham esse tipo de tecnologia, voltada para aplicações críticas de segurança, nas quais havia a necessidade de confidencialidade de informações e a proteção contra ataques cibernéticos potencialmente danosos, já que havia uma crescente interconexão massiva de computadores – a internet. Conseguimos os recursos e, principalmente, as competências necessárias. Assim, em 2008, nos lançamos ao desafio”.

De acordo com a informação do site Tecmundo, diferente dos atuais mecanismos de segurança baseados em criptografia, que utilizam algoritmos implementados por software para isto, o CPS realiza esse trabalho via hardware.

“Implementar a criptografia em um hardware já foi mais difícil no passado, pois o deixamos mais complexo e ‘pesado’. Com as novas tecnologias, produzimos um processador que eleva enormemente os níveis de segurança. A criptografia em hardware beneficiará diversas aplicações, como em certificação digital e votação eletrônica”, ressalta Capovilla.

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