NOTÍCIA

Pão de queijo e TI

Tecnologia da informação também
é coisa de mineiro: 6,5 mil empresas de Minas Gerais (MG)
do setor de tecnologia geram mais de quatro bilhões de
reais por ano – só em Belo Horizonte, o setor é
o segundo maior arrecadador de impostos, gerando 60 mil empregos
diretos.

Consciente da importância desse mercado,
foi criada pelo governo do Estado a Câmara Setorial de TI.
"Com isso, nossa expectativa é que o faturamento do
setor de TI em Minas Gerais, hoje de 8%, seja compatível
com a representatividade do Estado no PIB (Produto Interno Bruto),
que é de 10%", diz Marcos Brafman, presidente da Assespro/MG
(Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia
da Informação, Software e Internet de Minas Gerais.

A Assespro coordena uma das quatro sub-divisões
(software, hardware, parque tecnológico e mercado) da Câmara
– no caso, a de mercado. Segundo o executivo, no fim do mês
passado, houve uma primeira reunião, onde foi dado o pontapé
para ações de peso. Dentre elas, a definição
dos itens que dependem de políticas públicas, como
serão tributados os softwares, quais as possíveis
ações integradas entre governo e iniciativa privada,
quais os parâmetros para licitações públicas
e também como será realizado um diagnóstico
eficaz do mercado de TI em MG.

Sem contar com iniciativas de inclusão digital,
como convênio com a prefeitura de Belo Horizonte para instalar
equipamentos de informática em escolas públicas
municipais. "Todo mês nos reuniremos para apresentar
o resultado de nosso trabalho e pontuar ações de
curto prazo", promete.

Rachel Rubin é
repórter de InformationWeek Brasil

Matérias especiais e reportagens conduzidas internamente pela Redação iMasters. Acompanhe no Twitter @imasters e no Instagram/Threads @portalimasters

Ver perfil