Modificação de aplicações na plataforma Android
Este experimento tem o potencial de alterar detalhes do Android para que ele permita novos níveis de colaboração entre aplicações existentes.

Há alguns meses Mauro Pichiliani, colunista do iMasters, está desenvolvendo um experimento sobre modificação de aplicações na plataforma Android↳Android46 conteúdosAndroid push notifications com Quasar Framework, Firebase e integração com WordPressDev (Back & Front) · mai 2019O X do Xamarin Forms – O guia das funcionalidades nativas - Parte 02: AndroidDev (Back & Front) · abr 2019Modularização de AndroidDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em Dev (Back & Front) →. No trabalho, ele explora o potencial de técnicas para alterar aplicações existentes na plataforma Android, de forma que a aplicação suporte algumas funcionalidades colaborativas, empregando técnicas da engenharia de software experimental e auxilia o entendimento de como programadores se comportam durante a tarefa de modificações de aplicações, incluindo dados sobre esforço, métrica biológicas e comportamento geral.
Os participantes são monitorados através da gravação da tela do computador, logs do sistema e face por meio de uma webcam. Este experimento é pioneiro no Brasil por se concentrar em desenvolvimento Android e por coletar dados biométricos com Batimentos Cardíacos por Minuto junto com ondas metais captadas diretamente do cérebro do participante através de um BCI (Brain Controlled Interface).
Além de contribuir para a engenharia de software experimental brasileira, este experimento possui o potencial de alterar detalhes do sistema operacional Android para que ele permita novos níveis de colaboração entre aplicações existentes. De acordo com Pichiliani, até o momento foi possível identificar qual é a quantidade média de calorias gastas e níveis de ondas celebrais mais utilizadas durante a programação, mas é cedo para falar sobre os resultados obtidos, já que ainda não foi feita uma rigorosa análise estatística dos dados.
Os resultados serão apresentados junto com a tese de doutorado de Mauro Pichiliani, que tem previsão de conclusão para o 2º semestre deste ano. Interessados em participar podem entrar em contato com ele pelo e-mail pichiliani@gmail.com.





