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Malwares móveis aumentam 30% no primeiro semestre

Conclusão é de relatório da FortiGuard Labs, que analisou mais de 1300 novas amostras ao dia.

Segundo o FortiGuard Labs, houve um aumento de 30% no número de malwares móveis nos últimos seis meses. A equipe tem analisado mais de 1300 novas amostras ao dia, rastreando mais de 250 mil exemplares de ameaças únicas para AndroidAndroid46 conteúdosAndroid push notifications com Quasar Framework, Firebase e integração com WordPressDev (Back & Front) · mai 2019O X do Xamarin Forms – O guia das funcionalidades nativas - Parte 02: AndroidDev (Back & Front) · abr 2019Modularização de AndroidDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em Dev (Back & Front) e outras 300 famílias de malware desenvolvidos contra o sistema operacional.

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Os especialistas de segurança afirmaram que o fenômeno do “Bring Your Own Device” (BYOD) tem muitos benefícios para as empresas, sendo o principal deles o aumento da eficiência dos funcionários e ganhos de produtividade. Em contrapartida, ele traz como desvantagem a ameaça dos malwares móveis que podem infectar o dispositivo do usuário e, em seguida, a rede de negócios.

“A maioria dos malwares que, no momento, visam a smartphones e tablets não são nada mais do que “annoywares”, modalidade de shareware em que o software fica lembrando (ou perturbando) o usuário para que ele registre sua cópia, como o vírus Cabir ou o software de golpes usado para cometer fraudes via SMS e substitui ícones”, disse Axelle Apvrille, pesquisador sênior de antivírus móveis para o FortiGuard Labs, da Fortinet.

Mas com o crescimento no número de dispositivos, os cibercriminosos também proliferaram, e estão ansiosos para capitalizar sobre a crescente base de usuários. “Nossa pesquisa mostra que a proliferação de malwares móveis não vai diminuir tão cedo”, advertiu Apvrille. Em 2009, a maioria dos malwares móveis existentes tinha como alvo o sistema operacional Symbian, já que iOS e Android ainda eram relativamente novos no mercado.

Além disso, um grande número de malwares foi codificado por programadores do leste europeu e da China, lugares onde o Symbian predominava na base de usuários. O levantamento também revelou que o ransomware tem se mostrado muito bem sucedido financeiramente para os cibercriminosos. “Não é nenhuma surpresa que eles tenham voltado sua atenção para os dispositivos móveis “, disse Richard Henderson, estrategista de segurança da FortiGuard Labs da Fortinet.

“O malware Fake Defender, para Android, segue o mesmo  método de operação que um software antivírus falso para PC – ele finge ser solidário, mas na realidade está à espreita para lançar a sua verdadeira forma. Em seguida o malware bloqueia o telefone da vítima e exige o pagamento antes de desbloquear o dispositivo. Uma vez que o telefone está bloqueado, a vítima pode pagar o resgate ou apagar completamente o seu dispositivo, perdendo todas as suas fotos e dados, à menos que tenham um backup completo em outro lugar”, concluiu.

Com informações de Convergência Digital

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