Empresas brasileiras devem investir até R$ 110 mil em Segurança da Informação este ano
Pesquisa revela que a maioria das empresas aposta em sistemas de segurança.
A Dell SonicWALL Brasil, em parceria com a BMS, realizou uma pesquisa com empresas de oito países da América Latina e Central – Brasil, Argentina, México, Chile, Colômbia, Guatemala, República Dominicana e El Salvador – de agosto de 2012 a julho de 2013. Foram entrevistadas 1.134 empresas, sendo 685 brasileiras, entre pequenas, médias e grandes, para avaliar a preocupação e investimento dessas empresas com a segurança de seus dados. Metade delas declarou que pretende investir até R$ 110 mil em soluções de Segurança da Informação↳Segurança171 conteúdosCibersegurança no Brasil: 6 passos para sair da estagnaçãoDevSecOps · jul 2025O papel do CISO para transformar a cibersegurança em uma alavanca de reputação para as empresasDevSecOps · mar 2024Itaipu Parquetec e Exército Brasileiro realizam exercício de cibersegurança em BrasíliaDev (Back & Front) · set 2025Ver tudo em DevSecOps →, seguida de 21,1% que projetam investimentos na ordem de R$ 111 mil a R$ 220 mil, e 9%, de R$ 221 mil a R$ 1.1 milhão.
Das empresas brasileiras entrevistadas, 98,8% afirmam usar firewall, contra 1,2% que não utilizam. Entre as que usam, a liderança é dos sistemas de segurança do Linux (15,3%), seguido de Dell SonicWALL (14,2%), e Cisco (9,4%). Já 9,2% das organizações não fornecem ou não sabem que solução utilizam, e 41% optaram por outras marcas. Entre as usuárias de firewall, 88,4% dizem que estão satisfeitas com a solução, enquanto 11,5%, não.
O levantamento também apontou que a maioria das empresas demonstra preocupação maior com soluções de gestão relacionada com o aumento da produtividade, mais do que com a segurança de rede. Da amostragem brasileira, 56,2% consideram muito importante que um firewall possa detectar as aplicações de alta e baixa prioridade determinada pela empresa, permitindo acesso ou bloqueio das mesmas. Já 36,8% consideram de média importância e 6,9%, de pouca. Por exemplo, 60,3% afirmaram ser muito importante a priorização de aplicativos críticos como ERP, VoIP, Vídeo Conferência, em detrimento de navegação web e acesso a jogos e a redes sociais, evitando o estrangulamento da banda disponível para aplicativos relacionados ao negócio. Em contrapartida, 33,5% consideraram esse item de média importância e 6,1%, de pouca.
Em relação à mobilidade, a priorização dos recursos de produtividade se justifica. Das empresas brasileiras ouvidas, 59,4% permitem que dispositivos móveis pessoais como tablets e smartphones acessem suas redes Wi-Fi corporativas, enquanto somente 40,5% proíbem. Destas, 70,5% não possuem qualquer sistema de bloqueio ao acesso de redes 3G/4G e apenas 29,4% o detêm. Desse universo, 41,8% consideram muito importante que o firewall controle a disponibilidade de banda para uso desses dispositivos móveis. Já 36,5% consideram de média importância e 21,5%, pouca. Já em relação ao acesso remoto, 62,6% das empresas afirmam usar soluções de VPN SSL homologadas para dispositivos móveis, enquanto 37,3% não utilizam.
A pesquisa reuniu profissionais de informática de empresas de 1 a 250 funcionários (37,7%), de 251 a 500 (21,1%), acima de 3 mil (11,3%) e outras.








