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Ciberespionagem encabeça lista de maiores preocupações de segurança

Pesquisa da Trend Micro mostra que ciberespionagem encabeça lista de maiores preocupações de segurança de 2017, seguida de ataques direcionados e phishing.

Ciberespionagem encabeça lista de maiores preocupações de segurança
Imagem: Redação iMasters

20% das organizações globais classificam a ciberespionagem como a ameaça mais séria para seus negócios, com 26% delas lutando para acompanhar o cenário de ameaças em rápida evolução. Além disso, uma em cada cinco organizações dos EUA sofreu um ataque cibernético relacionado à espionagem no ano passado.

A pesquisa da Trend Micro, que analisou 2.402 empresas responsáveis pela tomada de decisões em toda a Europa e nos EUA, mostrou que a ciberespionagem encabeça a lista de maiores preocupações de segurança para 2017, seguida de ataques direcionados (17%) e phishing (16%).

Empresas da Itália (36%), da França (24%), da Alemanha (20%) e dos Países Baixos (17%) encabeçam a lista das regiões que mais temem a ciberespionagem.

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Oito em cada 10 países mencionaram a crescente imprevisibilidade dos cibercriminosos (36% em geral) como um dos três maiores desafios para a proteção contra ameaças cibernéticas. 29% sinalizaram uma falta de compreensão das últimas ameaças, e 26% estão lutando para se manterem atualizados com o cenário de rápida evolução e crescente sofisticação da atividade cibercriminosa.

De acordo com a pesquisa, que foi divulgada pelo site Help Net Security, quase dois terços (64%) das empresas experimentaram um ciberataque “conhecido” nos últimos 12 meses, sendo a média de quatro. Nesse grupo, o ransomware foi de longe o tipo de ameaça mais comum, com 78% dos entrevistados alegando terem sido atacados pelo menos uma vez no período. Na verdade, apenas 16% dos que foram atacados não tinham sofrido um ataque de ransomware.

Somente 10% das organizações acreditam que o ransomware representará uma ameaça em 2017, apesar de um aumento de 748% desse tipo de ataque em 2016, resultando em US$ 1 bilhão em prejuízos para empresas em todo o mundo. O número de famílias de ransomware deve crescer mais de 25% este ano, diversificando-se para dispositivos como celulares e da Internet das Coisas.

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