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Cibercriminosos espalham ataque de phishing contra usuários do LinkedIn

De acordo com especialistas Symantec, os cibercriminosos estão enviando um e-mail falso que alega ser do Suporte do LinkedIn.

Cibercriminosos espalham ataque de phishing contra usuários do LinkedIn
Imagem: Redação iMasters

A rede social profissional LinkedIn tem sido alvo de uma nova campanha de phishing que busca roubar credenciais dentro da rede social. A ação foi descoberta pela Symantec, empresa focada no desenvolvimento de soluções de segurança para usuários domésticos e corporações.

Como o nome sugere, o phishing tem como objetivo “pescar” dados, senhas, números de cartões de crédito e informações pessoais dos usuários através de mensagens falsas enviadas principalmente por e-mail e SMS. A prática mais comum é quando os atacantes tentam enganar as pessoas fazendo com que elas cliquem em um link malicioso ou baixem um arquivo infectado – na maior parte das vezes, enviado por e-mail – utilizando assuntos que parecem legítimos.

De acordo com especialistas Symantec, os cibercriminosos estão enviando um e-mail falso que alega ser do Suporte do LinkedIn. A mensagem diz que atividades irregulares levaram a uma “atualização obrigatória de segurança” na conta da vítima e solicita que o internauta acesse um formulário enviado por anexo. Feito isso, o dono da conta é redirecionado para uma versão falsa do site.

Além disso, eles especificam que, para proteger sua conta, o usuário precisa baixar um formulário em formato de anexo HTMLHTML45 conteúdosA importância do HTML e CSS para quem trabalha com UI Design e Design SystemProduto & UX · dez 2024Como hostear seu site HTML gratuitamente com GitHub PagesDev (Back & Front) · jun 2025SQL Server – Como criar um versionamento de código das suas Stored Procedures em HTML e com comentários da alteraçãoData · nov 2020Ver tudo em Dev (Back & Front) e seguir as instruções. O anexo em questão é a tal cópia da página original do site que, uma vez acessada, envia todas as credenciais para os cibercriminosos.

Falso-site-do-LinkedIn

A Symantec afirma que o site comprometido utiliza a letra “L” minúscula ao invés do “i” maiúsculo ao escrever “LinkedIn”. A diferença dos caracteres não é visível ao usuário final e visa a enganar os filtros de mensagens de e-mails. Em paralelo, o anexo em HTML também age de forma a evitar listas negras de navegadores – que geralmente sinalizam sites suspeitos para ajudar a evitar que os usuários sofram phishing -, o que amplia a efetividade da ameaça.

Para se proteger, a Symantec recomenda que os usuários do LinkedIn ativem a verificação em duas etapas, uma “atualização de segurança” real que proporciona uma camada adicional de segurança. Com a verificação em duas etapas ativada, mesmo se as credenciais do usuário forem comprometidas, o atacante não conseguiria acessar a conta sem ter acesso ao celular do usuário. Também é importante instalar uma solução de segurança completa nos dispositivos que acessam a web.

Com informações de Canaltech

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