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Tecnologia, criatividade e como fazer um cego ver

A Internet das Coisas é uma revolução da tecnologia que representa o futuro da computação e da comunicação.

A natureza criativa do ser humano é algo que extrapola os limites da imaginação, o ser humano sobrevive através de como se relaciona com o meio em que vive e, dessa forma, ele acaba atravessando fronteiras do seu próprio ser. Para sobreviver, o homem necessita criar e seguir linhas de princípios, métodos e técnicas abrangentes de diversas áreas do conhecimento.

Dentro da economia, Schumpeter usou o termo destruição criativa para demonstrar a capacidade do sistema neoliberal de inovar seus núcleos de negócios – para ele, os novos produtos destroem empresas velhas. Um modo de se pensar na falta de sustentabilidade, já que, nem sempre, para criar o novo deve se destruir o velho.

De certa forma, pode-se perceber que qualquer criação desestrutura o elemento composto em signos e significados menores somados. A ideia de que criar corresponde a um formar, um dar forma a alguma coisa, geralmente fica implícita.

Nesse aspecto, as áreas de inovação e tecnologia se sobressaem em relação à realidade. Com as novas possibilidades existentes, é possível inserir elementos conectados virtualmente em qualquer objeto. A Internet concebida por Berners-Lee está tornando formas, lugares, momentos e particularidades cada vez mais próximas das coisas.

A Internet das Coisas é uma revolução tecnológica que representa o futuro da computação e da comunicação, e cujo desenvolvimento depende da inovação técnica dinâmica em campos tão importantes como os sensores wireless e a nanotecnologia.

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Nesse universo de possibilidades, a criatividade humana atual vem demonstrando gradativos avanços – não deve surpreender que, em breve, personagens fictícios, como a Molly do livro Neuromancer, se tornem tão reais quanto as próprias palavras aqui escritas.

Sistemas embarcados, como o Arduino, permitem que sensores compreendam o tempo, o espaço e o mundo em suas mediações. Linguagens de programação de níveis mais elevados permitem a confecção de projetos cada vez mais ousados em tecnologia. Empresas se modelam em startups de forma a garantir uma conexão de mercado nunca possibilitada anteriormente. Câmeras inteligentes com RealSense exploram os elementos visuais, gestos e interações humanas ainda não explorados em sua totalidade de aplicações. Sem mencionar supercomputadores cada vez mais compreensivos com a linguagem humana, como o Watson.

Unir esses elementos separados pode ser uma nova criação, assim como foi a descoberta do fogo e da roda para a humanidade, algo próximo de um milagre. O universo humano atual pode muito bem possibilitar que os medos e receios humanos deem lugar a implantes, nano chips, óculos e elementos que nos permitam ser mais divinos.

Um homem cego em sua escuridão e na luta constante contra seus demônios pode receber apenas óculos com um ponto em sua orelha que explique exatamente o mundo à sua volta.

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A ficção toma forma de realidade, e o real é criado a toda hora por um grupo seleto de desenvolvedores e criativos.

É DC na Agencia Wfuture. É formado e tem MBA em Publicidade e Propaganda. Já passou pelas carreiras de publicitário, programador, designer, pai, admirador de gatos, místico, holístico, linguístico, lutador de taekwondo e gourmet de Xis. São 11 anos de mercado, 4 desses na área de marketing e o resto no desenvolvimento web. Já teve sala de jogos, bar e lancheria, trabalhou para grandes empresas e deu aulas de comunicação para adolescentes e crianças. Nas horas vagas, não dispensa uma academia e um tempo com a esposa e o filho.

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