Você tem uma empresa que possui ambientes de missão crítica?
Bem, então, obviamente, você sabe que necessita de um ambiente tecnológico que
evite a paralisação de serviços computacionais e a perda de dados importantes para
o seu negócio, certo? Mas sistemas
falham, independentemente da robustez aplicada ao software básico ou à
qualidade na metodologia de desenvolvimento de aplicativos, e você precisa
estar preparado para elas, pois, se for pego de surpresa, os danos serão não
apenas financeiros, mas sociais.
Para não cair nessa armadilha, você sabe que uma série de
equipamentos e de tecnologias é necessária para esse ambiente. A questão, nos
dias de hoje, é que ele precisa ser otimizado, prático, simples e ficar dentro
do orçamento da empresa, além de ter uma infraestrutura de
missão crítica que simplifique e que englobe todas as funcionalidades de que
uma empresa precisa em um único ambiente.
Uma solução para isso é a Infraestrutura Convergente, uma
proposta da HP que atende a qualquer exigência corporativa dos negócios em
constante desenvolvimento, seja qual for o perfil do cliente. Ela integra o
portfolio de servidores, o armazenamento, o networking e os serviços de forma
evolutiva e integrada, respeitando o legado do cliente, além de ser modular,
padronizada, abranger servidores, armazenamento, redes e gerenciamento, e permitir
uma nova organização dos datacenters, de forma a eliminar silos de soluções e a
integrar as tecnologias em “pools” de recursos. Ou seja, na prática, a
estratégia é capaz de entregar muito mais simplicidade de gerenciamento e
integração com outras tecnologias e automação.
Entretanto, nem sempre foi assim. Os primeiros equipamentos
de missão crítica começaram a ser usados no Brasil pelo setor militar por volta
da década de 60. Mais tarde, nos anos 70 e 80, outras corporações que
necessitavam de um ambiente extremamente seguro também passaram a utilizar
equipamentos tolerantes a falhas, como os bancos.
Inicialmente, esse tipo de sistema possuía equipamentos
caros, da ordem de milhões de dólares, podendo ser adquiridos apenas por
corporações que dispusessem desses recursos. Além disso, a infraestrutura para
abrigá-los tinha como características a proprietariedade, a dificuldade de
mudança e a complexidade de gerenciamento.
Como dito anteriormente, hoje, as empresas necessitam de uma
infraestrutura simples, otimizada e com redução de custos, que lhes permita
agir rapidamente diante de um problema. Com o avanço tecnológico,
veio a criação de computadores mais ágeis e de diferentes capacidades e portes,
que podem integrar essa infraestrutura convergente.
Percebendo essa demanda, a HP passou a oferecer o HP
Integrity, cujos servidores possuem uma moderna arquitetura de processadores do
mercado (EPIC – Explicitly Parallel Instruction Computing), com avanços
significativos em relação às tecnologias mais antigas (CISC e RISC), além de
oferecerem confiabilidade, disponibilidade e segurança.
Esses servidores são compatíveis com diversos sistemas operacionais de mercado,
como Windows e Linux, o que facilita sua adoção pelas empresas. Eles contam com
um acervo de mais de 12 mil títulos de software desenvolvidos por empresas como
Microsoft, Oracle, HP, Red Hat, Novell, SAP, IBM, BEA, SAS, Sybase, Hitachi,
Intel, NEC e Unisys. Entre as empresas que se beneficiam da tecnologia HP
Integrity estão a SAP, na Alemanha, e a Bovespa, no Brasil.
Essa solução é adequada ao seu negócio? Impossível dizer. Há
outras soluções no mercado? Certamente. Cabe a você, única e exclusivamente,
avaliar o que é melhor à sua empresa. Mas o fato é que você não precisa mais
estourar seu orçamento para proteger um dos fatores essenciais para o seu
negócio e para os seus clientes: a segurança.








