Convergência: a chave para reduzir custo de operação em Redes corporativas e DataCenters de última geração
Redução de custos é um termo mágico quando se trata de negócios, e as
gerências de TI não ficam de fora desse assunto. Talvez o grande objetivo
realmente seja conseguir melhorar os resultados, mas reduzindo custos e
potencializando o sucesso do negócio. E isso, ainda bem, não é mais um assunto
mítico – já pode ser realidade, independentemente do tipo de negócio e do
tamanho da empresa.
Como? Para chegar a essa resposta é preciso primeiro tratar de alguns
conceitos, como o de convergência. Em TI, mais especificamente quando falamos
em redes e servidores, convergência pode ser definida como a disponibilidade
para trafegar com segurança, eficiência e garantia, aplicações de voz, vídeo e
dados sobre uma única rede, cabeada ou wireless. O conceito fim é montar uma
rede com todos os elementos virtualizados, com gestão automatizada, recursos
otimizados e garantia de disponibilidade.
Geralmente, as redes corporativas de dados são separadas. Uma empresa possui
uma rede telefônica com seu PABX tradicional para comunicação entre
funcionários e mundo exterior; outra rede para dados, onde roda seus sistemas
de processamento de dados e compartilha o acesso à internet.
Uma terceira rede
pode existir, para informações de vídeo dos sistemas de segurança e,
finalizando, ainda há uma quarta rede, via operadoras de telecomunicações para
os sistemas de videoconferência, entre outros sistemas específicos que
requeiram soluções de conectividade particulares.
Dessa forma, as empresas reservam o dobro da energia necessária para as instalações
e para as máquinas, pois o consumo é imprevisível. Mas o que pode ser feito para reduzir
significativamente os custos de operação dessas redes? É possível
monitorar como a energia é consumida e reduzir o consumo por consequência?
Como falado no início, sim. Isso já não é mais “algo do futuro”, mas do
presente. Atualmente, o mercado oferece diversas possibilidades para se obter
uma infraestrutura convergente, ou seja, ter um modelo de TI que virtualiza e
converge ambientes de servidores, armazenamento e redes com as instalações do
data center, criando uma única instância de serviços compartilhados, permitindo
maior flexibilidade e agilidade para atender novas demandas de negócios.
Um bom exemplo é a tecnologia e a infraestrutura convergente da HP,
que conta com Networking, Storage, Servidores e Serviços. Dessa forma, é
possível atender empresas de todos os portes, com os mais diversos portfólios,
oferecendo as melhores soluções, sempre respeitando o legado do cliente e
evoluindo de acordo com suas necessidades.
De um lado, a infraestrutura proprietária mantém os custos de redes
elevados. De outro, muitos padrões abertos devem ser seguidos à risca para
fazer com que os equipamentos de diferentes fabricantes sejam compatíveis entre
si.
É preciso ter confiança nas soluções, que devem possuir maior riqueza de
funcionalidades para os usuários, menor custo de manutenção e principalmente
maior segurança. A arquitetura moderna, baseada em padrões abertos HP, evolui e
inova enquanto diminui consistentemente a curva de custos nas redes
empresariais.
Assim, reduzir complexidade, custos e superar as expectativas em
Gestão de TI são as regras, com simplicidade e eficiência, com arquitetura
aberta, com a máxima segurança em redes, com a infraestrutura convergente.
Como
consequência, é possível garantir a tão sonhada redução de custos, de forma tão
simples que você passará a investir mais no seu próprio negócio, em vez de se
preocupar com manutenção.
Mais por menos, com benefícios. Assim que deve ser. Ou você prefere o
contrário?
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