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10 princípios de UX do Google

Gustavo Moura, UX designer no escritório do Google sediado em Belo Horizonte, apresentou no último Interaction South America a palestra UX Fails. Ele mostrou os dez princípios de UX do Google com base em “falhas clássicas” que podem ser evitadas ou corrigidas sem que o usuário tenha, digamos, o desprazer de desvendá-las ao navegar pelas interfaces do Google. Esses princípios vão de encontro com a missão declarada do gigante das buscas: “Organizar as informações do mundo e torná-las mundialmente acessíveis e úteis”.

Assista abaixo o vídeo da palestra, e leia a lista dos dez princípios de UX do Google. Mais uma excelente cobertura feita pela Laura Loenert 🙂

Os princípios…

  1. Foco nas pessoas: suas vidas, trabalhos, sonhos. Se não for assim, de nada adianta a premissa “se você construir, eles [os usuários] virão”;
  2. Cada milisegundo importa. “Somos tão preocupados com o tempo de nossos usuários, que cada busca feita no Google apresenta o tempo que o sistema levou para retornar o resultado”.
  3. O simples é poderoso. “A simplicidade é complexa de ser definida. Pois agrega vários elementos: facilidade de uso, rapidez, acessibilidade, coisas desse tipo. Mas no Google a gente começa o design pelo fundamental, ou seja, pela funcionalidade mais importante do produto”.
  4. Envolva os usuários “iniciantes” e atraia os usuários “experientes”.
  5. Atreva-se a inovar. “O Google sempre incentiva o teste de novos layouts, desde que aja demanda dos usuários”.
  6. Design para o mundo. “Nossos pesquisadores trabalham para entender o contexto cultural de cada usuário para que a gente entregue o design certo para cada audiência, para cada tipo de cultura”.
  7. Atenda às necessidades de hoje e de amanhã, não espere pela segunda versão do produto.
  8. Agrade aos olhos sem distrair a mente. “O conteúdo reina. Toda importância vai para o conteúdo que o usuário está buscando, tudo o que está em volta são “distrações” para que o foco seja fundamentalmente o conteúdo”.
  9. Seja digno da confiança das pessoas. “Temos que garantir que o produto cumpra as funções às quais ele se propõe”.
  10. Adicione um toque “humano”. No trate as pessoas como se fossem máquinas e computadores. “As interfaces devem criar uma espécie de diálogo com os usuários. A comunicação tem que ser de pessoas para pessoas, precisa ser direta e informal”.

Fonte: UX.BLOG

Edu Agni é designer especialista em User Experience. Trabalha há treze anos com projetos nas áreas de design e usabilidade, e já atendeu clientes como Volkswagen, Fecomercio, Hotéis Accor, iMasters e S.C. Corinthians Paulista (urgh!), e já treinou mais de 1800 profissionais em todo Brasil. Atualmente é UX Designer na ContaAzul, Curador da área de Design da Campus Party Brasil e Instrutor na Mergo.

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